Minha pequena amiga Nina partiu. Mais uma vez o ano me levou alguém especial.
Não sei ao certo o que a levou. O diagnóstico de dois veterinários foi de que ela sofreu um derrame.
Incrível como estes pequenos amigos se assemelham a nós.
As mesmas doenças, a mesma sorte de alguns, de terem uma vida feliz e rica, enquanto outros sofrem com o abandono, a pobreza e a indiferença.
Nina também um dia conheceu o abandono. Mas a sorte a fez cruzar o meu caminho. Nina teve muitos problemas de saúde quando a encontrei perambulando sem rumo. Incontinência urinária foi apenas um deles, mas ficou melhor, viveu, e nestes quase dois anos conheceu o que muitos animais jamais irão conhecer. Amor, carinho, afagos e carícias.
Ficará a saudade e mais uma vez a certeza de que ao partir, Nina levou muito amor e deixou muita alegria que distribuiu com a sua presença.
É difícil escrever sobre os amigos quando partem. Tenho quase 60 anos mas me sinto impotente diante da dor que a partida de um pequeno animal e amigo deixa. Escrevo agora, momentos, segundos depois de sua partida, as palavras brotam entre lágrimas de saudades. Sei que tenho outros, que continuarão ao meu lado até quando chegar o momento de cada um, mas sei que todos deixarão saudades.
Pensando agora, a passagem de Nina em minha vida foi breve, curta demais, mas guardarei para sempre a lembrança dos seus latidos e para sempre escutarei seus pequenos passos ao meu lado durante os passeios, passeios que ela adorava, onde corria livre como podia e cheirava todos os matos e o que encontrava pelo caminho.
Sim, são estes momentos que ficam guardados para sempre, são apenas eles que importam.
Adeus pequena amiga, desculpe se não fiz tudo o que podia, corra livre agora na Ponte do Arco Iris, onde um dia iremos novamente nos reencontrar.
(Siegmar)
**RELATOS DE ABANDONO DE ANIMAIS** **POLITICA E CORRUPÇÃO** **MEDIOCRIDADE E HIPOCRISIA HUMANA** **FOTOS, VIDEO E MÚSICA**
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quarta-feira, 30 de maio de 2012
ATÉ BREVE, MINHA PEQUENA NINA
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terça-feira, 22 de maio de 2012
UMA PEQUENA ESTRELA CADENTE CHAMADA PLOC
Dia 16 do mês passado, acordei com o choro de filhotes de cachorro. Cinco horas da manhã, neblina, semi escuridão e frio. Lá estavam eles, na calçada. Mal podiam andar, mal haviam desmamado, mal conseguiam se alimentar por conta própria.
Plic e Ploc, o nome logo me veio a cabeça ao os recolher. Tão filhotes, mal sabiam eles que já eram vítimas do abandono e da indiferença, cada vez mais comum na assim chamada vida.
Mas sobreviveram, ao menos conheceram o que realmente deveria ser a vida, como ela deveria ser, para todos, humanos e animais. A vida de nossos pequenos amigos de quatro patas realmente é rápida e passageira como uma pequena estrela cadente.
Duas semanas depois, mais dois foram abandonados no mesmo lugar. Brad Pet e Ursinho.
Domingo levei os quatro para a feirinha de adoção, para lhes encontrar um novo e definitivo lar, onde pudessem encontrar a continuação da vida digna e do carinho que lhes proporcionei durante este mês e semanas em que ficaram comigo.
Brad Pet e Ursinho tiveram esta sorte, encontraram pessoas que os amaram desde o primeiro instante em que os olharam. Ja Plic e Ploc, tiveram a sorte de voltar comigo para casa.
Mas hoje eu perdi o pequeno Ploc. Ele saiu para brincar com os cães mais velhos, como fazia todos os dias, mas infelizmente, uma brincadeira mais agressiva de algum dos outros o machucou, furando sua pequena traquéia.
Sei que não foi intencional, pois todos os cães sempre respeitaram e brincaram com os filhotes que chegavam, nunca machucaram nenhum antes e já estavam acostumados com os pequenos Plic e Ploc, por isso sei que foi sem querer. Ploc não resistiu, segundo a veterinária, sua morte seria longa e dolorosa, melhor seria a eutanásia. Assim o pequeno cometa passou. Pela manhã ainda pensei que talvez Ploc fosse ficar para sempre comigo, cheguei a dizer isso a ele, mas na hora não soube interpretar o pequeno olhar e movimento de sua cabecinha ao olhar para mim. Agora sei, foi uma despedida.
Mas nestes 70 dias de vida, Ploc viveu intensamente. Ploc realmente conheceu como a vida deveria ser para todos os animais. Recebeu amor, carinho, segurança e pode por dias brincar até a exaustão com outros de sua espécie e seu pequeno irmão Plic.
Ploc foi feliz e jamais irá conhecer o lado cruel que a vida pode oferecer e oferece para tantos animais.
Ploc se foi, mas como a cauda de uma pequena estrela cadente, deixou alegria e levou todo o carinho que precisava conhecer.
Ploc foi se juntar aos outros pequenos amigos na Ponte do Arco Iris, lá, deve estar brincando e correndo com a turma toda e conhecendo milhares de outros pequenos Plocs, que diferente dele, jamais conheceram aqui neste mundo, o que é um carinho, amor, uma carícia ou sequer um afago.
(Siegmar)
quarta-feira, 2 de maio de 2012
UM EXEMPLO QUE PRECISA SER SEGUIDO
Em um momento histórico, mais de mil italianos invadem criadouro e salvam Beagles de testes!
Não foi meia dúzia de ativistas mascarados, foi a sociedade inteira.
O que aconteceu neste sábado (28/04/12), na Itália, mostra que os testes em animais não têm mais espaço no tempo de informação em que vivemos.
Mais de mil pessoas participaram de uma enorme manifestação contra a empresa Green Hill, um criadouro multinacional que “fabrica” animais para testes
em laboratórios ao redor do mundo.
À luz do dia, donas de casa e ativistas corriam abraçados aos animais
A multidão andou pelas ruas gritando e protestando contra a Green Hill e, quando chegou em frente ao criadouro de cães, simplesmente não parou.
As pessoas ignoraram todos os avisos de propriedade privada e continuaram andando, escalando alambrados e cortando os arames farpados.
Aos poucos, filhotes, fêmeas esperando filhotinhos e cães maiores iam passando de mão em mão para uma nova vida, longe dos horrores dos laboratórios de testes. Ativistas e donas de casa corriam abraçados aos animais enquanto a polícia tentava dispersar a multidão.
Resultado?
No fim do dia, 12 pessoas estavam presas e mais de 40 beagles estavam a salvo.
Estima-se que existam mais de 2.500 beagles no criadouro da Green Hill, mas esta ação deixou bem claro que a sociedade italiana não vai mais tolerar a presença desta empresa que vive da tortura de animais em suas terras.
Nada como começar um novo mês com uma boa notícia como esta.
Espero que este gesto se repita em todos os lugares onde animais são usados como cobaias em qualquer tipo de pesquisas.
Malditos os que ainda praticam esta crueldade!
Siegmar
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quarta-feira, 18 de abril de 2012
OS CÃES DO TITANIC
Sempre tive curiosidade em saber o que aconteceu com os animais a bordo. Não sabia que alguns tiveram a sorte de sobreviver. Vale realmente ler a pequena reportagem do Jornal Anda, (ver link acima), e saber um pouco sobre a história dos pequenos que tiveram a chance de não serem esquecidos.
Atualmente, quando tragédias acontecem, os primeiros a serem esquecidos são os animais, sejam de estimação, ou os animais de zoos. Poucos se lembram da vida destes seres, do quanto estão sujeitos ao mesmo desespero do que nós ``humanos``.
Siegmar
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segunda-feira, 16 de abril de 2012
PLIC E PLOC
Acordei com o choro dos filhotinhos.
Cinco horas da manhã, lá estavam eles.
Mal conseguem andar, mal conseguem se alimentar por conta própria. Ainda não desmamaram, recém abriram os pequenos olhos. Duvido que tenham completado 30 dias de vida.
Tremendo pelo frio da madrugada, se aqueciam como podiam.
Abandono e indiferença. Cansei de perguntar que espécie de gente é capaz de fazer isso. Abandonar filhotes que ainda precisariam mamar ao menos uns quinze dias.
Comeram um pouco, preciso reforçar o alimento com algum suplemento para filhotes. Irão sobreviver, terão uma vida digna, acharei um lar e irão crescer e alegrar muitas pessoas. Mas o trabalho irá continuar. Plic e Ploc não serão os últimos a serem abandonados. A história irá se repetir eternamente, ao menos enquanto
existir o que chamo de lixo humano e, infelizmente, o mundo está repleto de ignorantes.
Isso se tornou parte da minha vida. Não sei dizer se Deus dá a cada um de nós uma missão, nem sei dizer se esta é a minha. Mas enquanto tiver forças, farei disso a minha missão. Salvar estas pequenas vidas se tornou parte da minha existência. Algumas vezes me faltam recursos, me endivido, mas sigo lutando, não consigo fechar meus olhos e dizer que isto não é um problema meu, seria fácil fazer isso, mas meu coração não permite.
Não sou o único, dezenas de outros amigos abraçaram a mesma causa, mas somos poucos e algumas vezes imagino o que irá acontecer quando estes poucos deixarem de existir.
Sim, isto tudo é o que acontece na caminhada que chamamos de vida. Alguns cuidam de crianças abandonadas, outros lutam por seus ideais, outros não fazem nada, alguns protegem e resgatam animais.
Sou do último grupo. estou vivo, posso fazer alguma coisa, mínima que seja, mas posso fazer.
Minhas postagens estão diminuindo, estou me dedicando mais aos meus pequenos amigos, assim, não estranhem, mas podem saber que estou ocupado com a vida que me cerca.
Estou envelhecendo, os dias se tornam mais e mais curtos, mas tenho a certeza de que tudo não foi em vão.
Tudo aquilo que nós fazemos por amor, nunca será em vão.
Siegmar
P/S - A pequena Joaninha resolveu adotar os dois meninos. Apesar de não ter nem cinco meses ainda, Joaninha parece entender o que aconteceu com os pequenos., afinal, ela foi abandonada da mesma forma com suas duas irmãs. Joaninha fica ao redor deles como se cuidando, os aquecendo e os admirando.
Os outros cães mais velhos aqui de casa da mesma forma os receberam. Eles sabem, eles sentem a maldade que foi feita. Cães sabem, eles sempre sabem.
Siegmar
Cinco horas da manhã, lá estavam eles.
Mal conseguem andar, mal conseguem se alimentar por conta própria. Ainda não desmamaram, recém abriram os pequenos olhos. Duvido que tenham completado 30 dias de vida.
Tremendo pelo frio da madrugada, se aqueciam como podiam.
Abandono e indiferença. Cansei de perguntar que espécie de gente é capaz de fazer isso. Abandonar filhotes que ainda precisariam mamar ao menos uns quinze dias.
Comeram um pouco, preciso reforçar o alimento com algum suplemento para filhotes. Irão sobreviver, terão uma vida digna, acharei um lar e irão crescer e alegrar muitas pessoas. Mas o trabalho irá continuar. Plic e Ploc não serão os últimos a serem abandonados. A história irá se repetir eternamente, ao menos enquanto
existir o que chamo de lixo humano e, infelizmente, o mundo está repleto de ignorantes.
Isso se tornou parte da minha vida. Não sei dizer se Deus dá a cada um de nós uma missão, nem sei dizer se esta é a minha. Mas enquanto tiver forças, farei disso a minha missão. Salvar estas pequenas vidas se tornou parte da minha existência. Algumas vezes me faltam recursos, me endivido, mas sigo lutando, não consigo fechar meus olhos e dizer que isto não é um problema meu, seria fácil fazer isso, mas meu coração não permite.
Não sou o único, dezenas de outros amigos abraçaram a mesma causa, mas somos poucos e algumas vezes imagino o que irá acontecer quando estes poucos deixarem de existir.
Sim, isto tudo é o que acontece na caminhada que chamamos de vida. Alguns cuidam de crianças abandonadas, outros lutam por seus ideais, outros não fazem nada, alguns protegem e resgatam animais.
Sou do último grupo. estou vivo, posso fazer alguma coisa, mínima que seja, mas posso fazer.
Minhas postagens estão diminuindo, estou me dedicando mais aos meus pequenos amigos, assim, não estranhem, mas podem saber que estou ocupado com a vida que me cerca.
Estou envelhecendo, os dias se tornam mais e mais curtos, mas tenho a certeza de que tudo não foi em vão.
Tudo aquilo que nós fazemos por amor, nunca será em vão.
Siegmar
P/S - A pequena Joaninha resolveu adotar os dois meninos. Apesar de não ter nem cinco meses ainda, Joaninha parece entender o que aconteceu com os pequenos., afinal, ela foi abandonada da mesma forma com suas duas irmãs. Joaninha fica ao redor deles como se cuidando, os aquecendo e os admirando.
Os outros cães mais velhos aqui de casa da mesma forma os receberam. Eles sabem, eles sentem a maldade que foi feita. Cães sabem, eles sempre sabem.
Siegmar
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
CLARINHA, PITUCHA E ZÉZINHO
Estes cães estão precisando de um dono amigo, que os ame muito. Têm 8 meses. As meninas são castradas. A pessoa que cuida deles tem muitos e precisa que alguém adote alguns. São dóceis e brincalhões.
Se alguém quer um grande amigo ou amiga, basta enviar um e-mail para s.legolas@ig.com.br.
As meninas se chamam Clarinha e Pitucha e o garotão se chama Zézinho.
CLARINHA
ZÉZINHO
PITUCHA
Siegmar
Se alguém quer um grande amigo ou amiga, basta enviar um e-mail para s.legolas@ig.com.br.
As meninas se chamam Clarinha e Pitucha e o garotão se chama Zézinho.
CLARINHA
ZÉZINHO
PITUCHA
Siegmar
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
O REENCONTRO DE DUAS DAS TRÊS JOANINHAS
Domingo fará duas semanas que encontrei as três Joaninhas abandonadas aqui perto de casa.
Duas meninas foram adotadas e uma ficou comigo. Hoje uma das duas veio me visitar e passar uns dias com a pequena irmã, enquanto seus novos donos viajam.
A alegria foi geral, horas de um corre corre até caírem de exaustão, agora dormem profundamente.
Aliás, todos dormem, pois a alegria foi geral, tanto das duas pequenas como das mais velhas aqui de casa, todos correram e brincaram sem parar.
Estou feliz pela pequenina ter encontrado pessoas que a adotaram e a amam.
Siegmar
domingo, 15 de janeiro de 2012
O DOMINGO DAS TRÊS JOANINHAS
Estas são as três Joaninhas. Foram abandonadas hoje pela manhã perto de onde eu moro. Assustadas e confusas, como ficam todos os pequenos filhotes abandonados.
Não tive dúvidas, primeiro as levei para casa, lhes dei comida e água e as apresentei para a minha grande família canina.
Aqui estão recebendo as boas vindas de Panda e Baby. Para eles foi uma festa e para as pequenas tudo parecia novidade.
Os mais velhos aqui de casa não ligam muito para filhotes, mas os mais novos, que ainda são filhotes de alguma forma, sempre se alegram quando surge uma novidade como esta.
Especialmente três de uma só vez.
Se cães tem memória, e eles tem, podem apostar, Panda deve ter se lembrado de seus pequenos irmãos, que um dia foram abandonados juntamente com ela. Consegui doar os outros, eram seis no total, mas Panda voltou para mim. A História de Panda está neste blog também.
Gleisie é outra que adora pequenos filhotes, sempre acaba virando meio mamãe, ou babá dos pequenos.
Gleisie é especial, sofreu um bocado até eu a encontrar e resgatar.
Hoje ela é a enfermeira aqui de casa, sempre vive lambendo alguém e quando isto acontece, podem apostar que é algum machucado ou mal jeito que algum levou.
Gleisie sofreu muito quando filhote, creio que foi a mais sofrida dos filhotes que resgatei.
Mas isso é passado, hoje ela é feliz e alegre. Cuida dos outros e é muito apegada a mim.
Ritinha também gosta de filhotes.
Na verdade, todos os meus cães tratam muito bem os filhotes e mesmo alguns adultos quando estes chegam sofridos, doentes ou machucados.
Existe uma espécie de cumplicidade entre eles, como se soubessem o que esta acontecendo.
Talvez se lembrem que eles mesmos já passaram por aquilo e que isso não é bom.
Mas sabem que terão um novo amigo ou amiga para com quem brincar.
Bom, levei as três Joaninhas para a feirinha de adoção.
Duas meninas foram adotadas, uma delas em caráter de experiência para ver se irá adaptar bem com a nova companheira e com a nova vida em apartamento.
Ainda irá ficar uns dias comigo quando o pessoal que a adotou for viajar. Assim irá rever a pequena irmã que ficou comigo.
A outra pequena Joana terá a companhia de dois gatos.
O pessoal que a adotou ficou recentemente sem seu cãozinho de estimação e preferiu adotar uma filhotinha, justamente para ela se adaptar melhor com os gatos.
Estou certo que será feliz e irá gostar dos novos amigos, mesmo sendo estes felinos e não caninos.
Já a outra Joaninha voltou comigo para casa e agora dorme tranquila em meio as outras amigas aqui de casa.
Mais uma vez tudo acabou bem.
As três Joaninhas tiveram sorte.
Continuo me perguntando por que razão simplesmente abandonar, quando existem tantas feirinhas de adoção, onde todos podem ter a sorte de encontrar alguém que os ame e os queira.
Mas a estupidez e ignorância parece aumentar cada vez mais.
A indiferença e o descaso criaram raízes no coração da grande maioria das pessoas.
Siegmar
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
O NEGUINHO QUE VIROU PITOCO
Este é o Neguinho, assim ele era antes de perder o rabinho. Mas ninguém que pense que o meninão aí mudou, ele continua exatamente o mesmo. Ganhou apenas um novo apelido, Pitoco.
Neguinho era um dos tantos abandonados, até ter a sorte de cruzar o caminho do meu cunhado. Hoje é feliz e saudável, ganhou até um outro amigo da mesma espécie para lhe fazer companhia.


Este é o Neguinho hoje, atualmente mais chamado de Pitoco. Depois de um problema em sua cauda, esta teve que ser amputada e assim, Neguinho virou Pitoco. Foi uma cirurgia muito bem feita e agradeço ao Dr. Robson da Oncovet pelo excelente trabalho. Neguinho se recuperou rápido e no segundo dia após a cirurgia já estava pulando e brincando com seu amigo João. A Oncovet é a melhor clinica especializada no tratamento de câncer em animais, especialmente cães e gatos. O jovem Dr. Robson, sem dúvida é o melhor veterinário que eu posso indicar para o tratamento de tumores.

Neguinho era um dos tantos abandonados, até ter a sorte de cruzar o caminho do meu cunhado. Hoje é feliz e saudável, ganhou até um outro amigo da mesma espécie para lhe fazer companhia.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
LUPI, O COLARINHO BRANCO
Se alguém pensou em outro Lupi, estava errado, meu Lupi tem um colarinho branco, o outro é um colarinho branco. Mas o outro não interessa.
Lupi foi abandonado ontem. Mais uma pequena e indefesa criatura que se soma às estatisticas dos maus tratos e abandono.
Lupi estava numa caixa de papelão junto com seus outros cinco irmãos que foram abandonados junto com ele.
Um crime que sempre escapa impune, como tantos outros que acontecem diariamente.
Já começa a mostrar sua habilidades de brincalhão, desenterrar coisas, correr atrás dos outros cães e dar uns latidos meio engraçados.
Ao que tudo indica, Lupi ficará porte grande, de médio a grande.
Lupi foi adotado hoje.
Temporariamente estava comigo, fiquei triste ao vê-lo ser levado embora pela pessoa que o adotou, mas ao mesmo tempo feliz por ter encontrado alguém que poderá lhe dar mais atenção e carinho do que eu.
Tudo é novidade, tudo precisa ser examinado, nem que para isso precise ser destruído, como por exemplo: chinélos, sapatos, plantas, flores e etc...
Fazer buracos no jardim também faz parte.
Quando se adota um cão, e realmente amamos esta pequena criatura, precisamos estar cientes disto. Podemos educá-lo aos poucos, mas eles sempre serão eternos brincalhões.
Fazer um xixi e um coco fora do lugar também faz parte, alguns aprendem rápido, outros nem sempre.
Mas estas são pequenas coisas importantes de se lembrar antes de o adotar e depois, por algum destes motivos, o abandonar novamente, como fazem milhares de pessoas.
Cada uma destas pequenas criaturas é um sorriso de Deus.
Um pequeno ser que foi colocado em nossos caminhos para nos dar alegria e nos fazer sorrir. São fiéis e sempre irão nos amar. Eles, jamais nos abandonam, jamais.
Que Lupi seja igualmente amado sempre em sua curta e pequena existência.
(Siegmar)
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
CLARINHA E PITUCHA
Estão completando 45 dias. Hora de começar a descobrir a vida. Brincar, aprender a latir, correr e aprontar.
Já receberam um nome provisório. Clarinha e Pitucha. São lindas e saudáveis.
Precisam agora encontrar um novo lar. Alguém que lhes de abrigo, carinho e dignidade.
Sempre é difícil quando chega o momento de as separar, mas nem sempre existe a sorte de encontrar alguém que queira adotar duas meninas ao mesmo tempo. Seguem algumas fotos delas hoje. Caso alguém se apaixone e queira adotar, basta deixar nome e telefone nos comentários.
Celí e Vinicios não podem ficar com todos, eles dão guarda, carinho e abrigo para vários cães. São pessoas simples que não tem recursos para ficar com todos eles, assim, preferem ficar com os adultos, pois estes já sofreram demais até terem sido adotados por eles.
Tenho certeza que estes pequenos encontrarão alguém que saiba dar valor a vida de um animal, que nunca o irá abandonar em sua curta existência neste mundo.
Quem sabe está pessoa é você?
(Siegmar)
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