''DO NOT ABANDON YOUR BEST FRIEND''

O CÃO É O ÚNICO QUE NÃO SE IMPORTA SE VOCÊ É RICO OU POBRE, BONITO OU FEIO. O CÃO É O ÚNICO QUE REALMENTE SENTE A TUA AUSÊNCIA E SE ALEGRA DE VERDADE COM O TEU RETORNO, PORTANTO, JAMAIS ABANDONE SEU MELHOR AMIGO.



UM RAIO DE LUZ

''UMA ANTIGA LENDA DIZ QUE QUANDO UM SER HUMANO ACOLHE E PROTEGE UM CÃO ATÉ O DIA DE SUA MORTE, UM RAIO DE LUZ, QUE NÃO PODEMOS ENXERGAR DESTE PLANO DA EXISTÊNCIA, ILUMINA O CAMINHO DESTE SER PARA SEMPRE!''




Mostrando postagens com marcador indiferença. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador indiferença. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de maio de 2013

DESCASO E INDIFERENÇA, MAS NA HORA DE PEDIR VOTOS, AS PROMESSAS SÃO MUITAS

A Escola Municipal Prefeito Omar Sabbag, em Curitiba, virou depósito de cães abandonados. É rara a semana em que não aparecem cães abandonados. Desde filhotes até cães adultos. São pessoas sem escrúpulos, sem sentimentos de amor, respeito ou solidariedade, que simplesmente levam os filhotes da cadela que têm em casa e que não castram por falta de educação e de respeito para com os animais e com as pessoas que depois encontram esses filhotes jogados nas ruas, em frente a suas casas e, agora, na escola acima citada. Muita gente passa por esses animais abandonados, mas a maioria é como os que abandonaram. Simplesmente passam e se preciso for, dão um ponta-pé para afastá-los. Vêm então os que respeitam esses pequenos e acabam tendo que resgatá-los para que não fiquem expostos ao frio, à fome, à sede e aos maus tratos de parte da população.
Acho que é chegada a hora de cobrarmos dos nossos vereadores e do prefeito uma solução para este problema. A prefeitura precisa urgentemente preparar local para abrigar estes animais, castrá-los para evitar reprodução e tratá-los com dignidade.

Quanto ao projeto que está para votação, que pretende verificar as pessoas que abrigam mais de 10 cães, acho um absurdo. O que a prefeitura vai fazer com esses animais? Jogá-los na rua outra vez? Deixem isso de lado e procurem recolher os que estão nas ruas, sofrendo, sendo atropelados e provocando acidentes. Deveria haver também uma lei que punisse quem abandona ou maltrata animais, mas uma lei que realmente punisse. Não da maneira que está aí, ninguém que é denunciado é punido.
Bom, Curitiba quer sediar a Copa do Mundo de Futebol! Que exemplo daremos aos turistas que aqui vierem? Vamos vê-los tropeçando em animais maltratados pelas ruas da "cidade de primeiro mundo"?
(Teresa Ibañez)




















domingo, 5 de maio de 2013

A BELA E A FERA A PROCURA DE UM LAR

Estas duas meninas são a Fera e a Bela.  Mais duas pequenas criaturas abandonas à própria sorte.

45 dias talvez, e já conheceram o lado tenebroso dos que se consideram "humanos".

Possivelmente são irmãs, apesar de terem sido resgatadas em ruas diferentes, mas eram ruas próximas e ao serem colocadas juntas pareciam já se conhecer.

Precisam de um lar, precisam de carinho, de pessoas que ainda se importam, mas será que ainda existem pessoas assim?
Hoje mais uma vez pude observar a indiferença das pessoas, voltando para casa de suas igrejas, olhavam e seguiam adiante., alguma batiam os pés no chão para afastar a pequena que os seguia procurando ajuda.
Confiam nas pessoas, tem esperança de encontrar alguém que lhes de um abrigo e carinho, seja quem for, quando alguém lhes vira as costas, se voltam para o próximo que se aproxima, mas infelizmente, estas pequenas criaturas não sabem que poucos ainda tem o que se chama de amor, sentimentos e um coração.
Depois de um banho e um pouco de ração, dormem agora tranquilas aos meus pés.
Caso alguém queria adotar uma das meninas, envie um e-mail para: s.legolas@ig.com.br
(Siegmar)

















segunda-feira, 29 de abril de 2013

POR QUAL RAZÃO CADA VEZ MAIS TENHO NOJO DE DILMA ROUSSEFF E SUA QUADRILHA DE PETISTAS LADRÕES E VAGABUNDOS?


Seu Viriato é pobre. Seu Viriato contribuiu 38 anos com o INSS. Seu Viriato usa camisa e sapato que os assassinos de sua filha não usariam. Seu Viriato não cheira cocaína. Seu Viriato agora procura um emprego aos 70 anos. Ninguém chama seu Viriato para escrever artigo

Vejam esta imagem, publicada no Estadão, em foto de Nilton Fukuda
São os pais da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, devastados pela dor. Olhem as roupas. É gente de remediada para pobre, que luta para sobreviver. Nenhum daqueles vagabundos que mataram Cinthya aceitaria usar os sapatos gastos de seu Viriato Gomes de Souza, que tem 70 anos e contribuiu 38 anos para a Previdência Social.
Nenhum daqueles vagabundos aceitaria sair à rua com uma camisa modesta como a de seu Viriato, que ele pagou com o seu trabalho.
Seu Viriato não tem Audi.
Seu Viriato não cheira cocaína, a exemplo do “menor” que matou a sua filha.
OS BACANAS QUEREM DESCRIMINAR A COCAÍNA. O deputado petista Paulo Teixeira (SP) quer que seja permitido aos brasileiros portar cocaína para até 10 dias de consumo sem que isso seja considerado crime. Os que redigiram a nova proposta de Código Penal acham que é muita coisa. Eles acham que tem de ser apenas para cinco dias. Seu Viriato e sua mulher terão agora de achar um jeito de sobreviver, enquanto pensadores pendurados nas tetas do Estado querem descriminar as drogas.
Seu Viriato tem uma filha deficiente. A irmã dentista era o esteio da casa. Agora ela está morta porque o menor, o que estava cheirado, ficou irritado com o fato de ela só ter R$ 30 na conta bancária. Ele precisava cheirar mais, ora essa!, e a dentista não tinha dinheiro suficiente para alimentar o seu gosto. Os bacanas acham que seu Viriato deve ajudar a pagar o tratamento do “doente” que matou a sua filha. Mas também acham que se deve descriminar o porte de cocaína para até 10 dias de consumo, cinco quem sabe…
Mesmo transtornado pela dor, seu Viriato deu uma entrevista ao Estadão desta segunda. Vai reproduzido um trecho. Volto em seguida.
Voltei
Seu Viriato é um homem de bem.

Seu Viriato é um homem sensato.
Seu Viriato contribuiu 38 anos com o INSS
Seu Viriato tem 70 anos.
Seu Viriato procura um emprego.
Seu Viriato tem uma filha deficiente
Cinthya, a filha dentista de seu Viriato, cuidava da filha deficiente de seu Viriato.
Sabem o que a Maria do Rosário falou para seu Viriato? Nada!
Sabem o que o Gilberto Carvalho falou para seu Viriato? Nada!
Sabem o que José Eduardo Cardozo falou para seu Viriato? Nada!
Ou melhor: todos eles falaram. Eles falaram o seguinte para o seu Viriato: “Queremos o assassino de sua filha na rua daqui a, no máximo, três anos”.
Por Reinaldo Azevedo

sábado, 27 de abril de 2013

O ASSASSINO QUE MATOU A DENTISTA CINTHYA É MENOR DE IDADE, SEU ROSTO NÃO PODE SE MOSTRADO, MAS EU MOSTRO A CARA DOS VERDADEIROS ASSASSINOS

Marquem bem estes rostos, principalmente o primeiro, e na próxima eleição, reelejam a assassina de seus filhos. Reelejam os bandidos, os mensaleiros, os vagabundos cujo rosto vocês podem ver.
Pois o rosto dos que eles defendem, não podem se mostrados nem seus nomes podem ser conhecidos.
Cada vez que um dos seus filhos não voltar para casa, pensem no lixo que vocês escolheram como presidente. Pensem na quadrilha que vocês colocaram no poder, que criaram a impunidade e o deboche.

Foram eles que jogaram o álcool e permitirão que em breve seja jogado novamente em outra mulher inocente. Foram eles que apertaram o gatilho que matou o jovem Victor Hugo, que matou Geovana, que matou Adrielly e tantos outros.

O dinheiro que deveria ser usado para dar segurança a vocês a seus filhos, foi gasto e é gasto em mensalões de "cumpoanheiros", gasto em hotéis de luxo em Roma e Paris, gasto por Lula com suas vagabundas Rosimerys e eu não sei de nada.

Votem, continuem votando nos nestes vermes imundos e continuem enterrando seus filhos e filhas, mas não esperem justiça. Não destes assassinos.

Leiam agora o artigo abaixo e reflitam, saibam em que excrementos vocês estão votando.

Entre os que meteram fogo na dentista, um menor. Em três anos, estará nas ruas, sob o aplauso de Maria do Rosário, Gilberto Carvalho e Dilma Rousseff

Vejam estes dois (fotos de Joel Silva, da Folhapress)


















O que mostra a cara é Vitor Miguel dos Santos da Silva. O outro é um “menor”. É o “F”. Não pode ter nem nome nem imagem divulgados. São dois dos assassinos da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza. Eles jogaram álcool em seu corpo e atearam fogo. Vejam de novo: não são mesmo a cara da subnutrição, da pobreza, da esqualidez, do desamparo, da carência de vitaminas, proteínas e sais minerais? Então não é verdade que a gente olha pra eles e vê, coitadinhos, que a miséria impediu o devido processo de mielinização, e eles se transformaram nesses seres deformados, verdadeiros quasímodos espirituais, o que os impediu de ganhar senso de moral e justiça. Tenham paciência!
Sim, leitores, entre os três “suspeitos” — a palavra é um jargão jurídico porque não houve condenação — da morte da dentista, em São Bernardo, está aquele pobre menor, que, como se vê, enfrenta as agruras do raquitismo… A morte do estudante Victor Hugo Deppman foi brutal, estúpida, incompreensível para nós. E a de Cinthya? Aos bandidos, não bastava eliminá-la. Escolheram o caminho mais cruel que conseguiram imaginar na hora. Com essa turma, nada de tiro de misericórdia. Eles queriam que ela sofresse por ter apenas R$ 30 na conta bancária. Queriam mais grana. Achavam que ela tinha a obrigação de lhes fornecer mais. Ou, então, a morte dolorosa. Estes dois não estavam dispostos a pôr seus músculos para trabalhar. Preferiram usar a força e sua imensa covardia para tomar o que os outros conseguiram com o seu próprio esforço.
O menor vai ficar, no máximo, três anos internado na Fundação Casa. Ainda que se estenda um pouco o prazo, o que é possível, não ficará além dos 21 em nenhuma hipótese. E agora? Mais uma vez, vamos ouvir a gritaria: “Nada de legislar sob emoção! É preciso esperar a poeira baixar!” Se as leis não mudam quando os problemas aparecem, então mudam quando?
Em três anos, esse rapaz que incendeia pessoas estará nas ruas. Não saberemos o seu nome. Sua ficha estará limpa. Se ele quiser se candidatar a guardinha de jardim de infância, pode. Se ele quiser fazer um curso para integrar alguma empresa privada de segurança, pode. Mais ainda: se ele quiser integrar as forças regulares e oficiais, também pode. Daqui a três anos, estará a apto, a depender da escolha que faça, a ser portador de uma arma legal.
“Ah, mas baixar a maioridade penal não adianta…” Eu não tenho a menor ideia do que significa a expressão “não adianta”. O que querem dizer com isso? “Não adianta” para quê e para quem? Não resolverá todos os problemas de segurança, sei disso. É provável que nem mesmo baixe os índices de violência ou a taxa de homicídios. Mas “adianta”, sim. Não teremos homicidas à solta por aí. E, sobretudo, não teremos homicidas à solta e impunes.
Cinthya Magaly Moutinho de Souza e Victor Hugo Deppaman integrarão estatísticas. Suas respectivas mortes comporão os números da taxa de homicídios. Mas eram pessoas, com famílias, com vínculos afetivos, com passado, com futuro, com sonhos, com anseios.
Que diabo de sociedade é essa que estabelece um conceito de “adolescência” que outorga àqueles que sob ele são abrigados o direito de matar? “Ah, Reinaldo, há punição, sim…” De três anos? Quanto vale a vida humana no Brasil? A depender de como caminhem as coisas, bastará, para aliviar parte da punição dos outros, que o menor assuma a responsabilidade. A sua “não-pena” já está definida.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que encaminhou ao Congresso, por intermédio da bancada do PSDB, um projeto de lei que aumenta de três para oito anos o tempo máximo de internação de menores que cometem crimes hediondos, comentou o caso: “Lamentavelmente, mais um menor [está envolvido], a gente tem visto menores em crimes extremamente hediondos. Mais um menor, mas a polícia agiu rápido (…) É inconcebível que quem tem 17 anos e 11 meses cometa crimes hediondos e não passa de três anos na Fundação Casa. (…) O ECA é uma boa lei para proteger o direito da criança e do adolescente, mas não dá respostas a crimes muitos reincidentes e crimes hediondo, homicídio qualificado, latrocínio, extorsão mediante sequestro, estupro, estupro de vulnerável”.
É isso. Trata-se de mera questão de bom senso, não de uma disputa de caráter ideológico, entre a “direita penal” e a “esquerda penal”. O governador disse outra coisa óbvia, para a qual se tenta virar as costas: “A impunidade estimula o delito”.
A proposta de Alckmin, que fique claro!, não muda a maioridade penal, o que teria de ser feito por meio de emenda constitucional. O que faz é aumentar o tempo de internação do menor que comete crime hediondo. Eles permaneceriam internados numa instituição diferenciada; não iriam para presídios comuns, mesmo depois de atingida a maioridade.
A Maria do Rosário não quer.
O Gilberto Carvalho não quer.
A Dilma Rousseff não quer.
Só resta entregar o menor raquítico aos cuidados de Maria do Rosário, Gilberto Carvalho e Dilma Rousseff.
Por Reinaldo Azevedo

É PRECISO LEMBRAR SEMPRE / POR SANTA MARIA UMA PRECE, UMA LÁGRIMA E A DOR DA SAUDADE




 
Rostos, lembranças e saudades.

É preciso lembrar sempres este rostos jovens e alegres. Lembrar dos seus sonhos e esperanças.

Lembrar da dor dos que ficaram, orar pelos amigos e pelos familiares.

Esquecer jamais, a cada instante é preciso relembrar o descaso, a indiferença e os assassinos que jamais serão punidos e a impunidade.

É preciso lembrar a corrupção de nossos governantes, que com seus atos e mentiras, permitem e são os verdadeiros responsáveis por esta e outras tragédias que poderiam ser evitadas.

É preciso acordar para a cruel realidade que nos cerca. É preciso mudar nosso país, para que nossos jovens possam novamente andar livres, seguros e voltar para casa, para nossos braços, não apenas em nossas lembranças.

É preciso coragem e vontade para acabar com o mal e a indiferença, fazer e deixar viver, gritar, lutar e compreender que com nosso silêncio apenas iremos permitir que outros sorrisos se apaguem e se juntem a tão dolorosas lembranças.

Por Santa Maria e seus habitantes junto minhas preces, minhas lágrimas e compreendo a dor da saudade.
(Siegmar)

WE ARE THE WORLD ? WE ARE THE ONES WHO MAKES A BRIGHTER DAY ?

Em 1985 um grupo de cantores famosos se reune e grava uma canção.
Uma canção com belas palavras, cheias de esperança e uma mensagem para um mundo melhor, mais humano e mais justo.
Parte da arrecadação foi doada para combater a fome em alguns países do norte da África.

Hoje, passados quase 30 anos eu pergunto: Onde está o mundo melhor?
Onde estão aqueles, (nós) que fazem um dia mais brilhante? Onde estão as crianças que fariam um mundo melhor para eu e você?

Hipócritas, hipocrisia sem fim.
Após a gravação, todos, eu disse todos, doaram a sua parte e continuaram suas vidas enriquecendo com os dividendos eternos da canção. Mas a fome continuou e continua. O mundo "melhor" se deteriorou, virou um mundo sempre mais cruel e indiferente.

As crianças cresceram e se esqueceram de suas promessas cantadas, algumas continuam cantando, mentindo, enganando e outras viraram políticos corruptos, ladrões e assassinos.
Outras cairam no esquecimento, no ostracismo total, e o mundo apodrece cada dia mais.

A canção deveria atualmente receber outro título e outra letra, soaria menos hipócrita.

Talvez devesse se chamar,

 "Nós somos os hipócritas"

e sua letra deveria ser mais ou menos assim:

"Nós somos os indiferentes" "nós somos aqueles que destruímos a cada dia mais nossa bela Terra"
"somos as crianças, a nova geração de idiotas que passam seus dias olhando para seus celulares de merda e não estamos nem ai com o planeta, com a vida, seja de pessoas, animais ou plantas"
"Nada mais nos interessa a não ser nossos Facebooks e merdas deste tipo"
"sim, nós somos os hipócritas e indiferentes e ajudaremos a destruir  de vez  esta bela Terra."

(Siegmar)

sexta-feira, 26 de abril de 2013

"E O AMOR SE ESFRIARÁ DE QUASE TODOS" MATEUS 24.12 / QUEIMADA VIVA

Cinthya Magaly Moutinho de Souza, de 47 anos.

Esta jovem senhora era dentista e ontem foi assassinada após ser assaltada.

Mas a sra. Cinthya não levou um tiro, nem foi esfaqueada ou algo assim. Os assassinos  despejaram sobre ela uma garrafa de álcool e a queimaram viva em seu consultório. Foi queimada viva por ter apenas R$30,00 em sua conta corrente.

Impossível imaginar morte mais cruel, impossível imaginar que uma pessoa possa fazer isto com um outro ser humano.

Segundo testemunhas, foram quatro indivíduos, entre eles aparentemente "menores" de idade.
Mais uma vez irá prevalecer a impunidade e a indiferença.

A Polícia Militar apreendeu nesta madrugada um menor de idade suspeito de envolvimento na morte da dentista Cintya Magali Moutinho de Souza, de 47 anos, que foi queimada viva durante um assalto ao seu consultório na tarde desta quinta-feira, no Jardim Copacabana, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. O adolescente de 17 anos prestou depoimento e foi liberado, segundo a polícia, porque "os indícios não eram suficientes para a imputação do delito". (IMPUNIDADE)

“E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos.” Mateus 24.12

Nada mais surpreende, o medo começa a dominar. A vida de pessoas não vale mais nada para bandidos.
Indiferentes e indefesos seguimos nossos caminhos, sem pensar que poderemos ser um dos próximos a sentir a dor, o medo e o desespero que a jovem senhora deve ter sentido.
Hoje, ao ler esta triste notícia, mais uma vez senti a dor desta senhora e a dor de sua família, junto a esta dor e as perguntas que ninguém consegue responder. Por que tanta crueldade, tanta maldade, tanta falta de misericórida?

Deus nos perdoe a todos, que Ele nos guarde e levante seu rosto sobre nós e nos dê a paz.


Mais uma vez alerto a todos, especialmente aos turistas que pensam visitar meu país. Cuidado, o Brasil virou um país de assassinos e ladrões, governado igualmente por assassinos e ladrões.
Assassinos que assaltam matam e estupram em qualquer lugar, assassinos menores de idade protegidos por lei  matam com um tiro na cabeça suas vítimas, mesmo quando estas sem reagir entregam seus pertences.
Assassinos que queimam vivos suas vítimas, quando estas não tem mais do que R$30,00 para oferecer, não importa se são mulheres, jovens, crianças ou homens.
E estes assassinos, em geral menores, são considerados pelos ladrões do governo, apenas "menores infratores".
Ninguém que espere mais por justiça em nosso país. Aqui, assassinos e ladrões recebem títulos de honoris causas ou a Medalha da Vitória, especialmente se forem ladrões mensaleiros condenados pelo Supremo Tribunal Federal. Prisão? Jamais, eles continuam em seus postos no governo e chefiam comissões de "justiça".
A imagem abaixo mostra o exemplo e prova que não estou mentindo. O ladrão condenado está recendo a maior condecoração brasileira, a Medalha da Vitória do nosso exército. Assim, para os assassinos e ladrões, a medalha da vitória e a impunidade, para as vítimas, resta a dor e as coroas de flores.
(Siegmar)





segunda-feira, 22 de abril de 2013

DIA DA TERRA 2013 ? O QUE EXISTE PARA COMEMORAR HIPÓCRITAS ?

Mais uma vez os hipócritas comemoram o dia da Terra. Me pergunto o que eles comemoram.
Um grupo de hipócritas e ignorantes se reune e resolve homenagear a Terra.
Um planeta destruido, arrasado e cada vez mais tratado com indiferença por quase todos.

Animais abandonados, queimadas, construções de hidroelétricas que devastam milhares de quilometros de florestas. Rios, lago e oceanos cada vez mais poluidos com lixo e o necessário "ouro negro".

Extinção de animais, milhares de animais assassinados diante da simples suspeita de algum problema,
matam rebanhos inteiros, deixam morrer nos campos durante a seca de fome e sede.

Se ameaçam a todo instante com guerras quimicas e nucleares. E, comemoram o dia da Terra?

Comemoram hipocritamente o que ajudaram a destruir e sabem, qualquer idiota pode ver e saber, que não há mais retorno.
Nossa bela Terra, continuará sendo arrasada e destruida mais a cada dia justamente pelos hipócritas que criaram o dia da TERRA.

É mais um deboche, um cinismo imoral e nojento e todos aplaudem.
Milhares de ONGs inúteis se criam, enquanto enchem seus bolsos de dinheiro sujo, fazem de conta que protestam contra a destruição do meio ambiente.

Cambada de verme, sujos e hipócritas, eles sabem que nada mais existe para comemorar.

Milhares de peixes morrem sufocados com o despejo dos esgotos fétidos e podres das grandes cidades, ou com os venenos despejados por indústrias, mas a desculpa sempre são as algas.
Imundos não dizem a verdade, e as pessoas acreditam nas mentiras, fingem que não veem, não querem ver, pois sabem que sua própria ignorância é parte desta culpa que não admitem.




















É HIPÓCRITAS, FELIZ DIA DA TERRA 2013, COMEMOREM, EM BREVE TODOS PODERÃO FESTEJAR JUNTOS A GRANDE QUEIMA DE FOGOS QUE TODOS MERECEM.

(Siegmar)

sábado, 20 de abril de 2013

O TERROR CHEGOU AO FIM? PAREM DE MACHUCAR AS PESSOAS!

Gostaria de fazer uma postagem falando sobre coisas boas, sobre esperança, sobre dignidade e respeito. Mas a cada dia que passa isto se torna mais impossível.

Leio as manchetes dos principais jornais. Em letras garrafais uma delas diz: "O TERROR CHEGOU AO FIM!". A notíca fala sobre a captura do último suspeito causador das explosões durante a Maratona de Boston.
O terror chegou ao fim? Como seria maravilhoso se assim fosse. Se realmente, a partir de agora, todos, especialmente crianças pudessem correr livres e soltas sem mais medos e receios.
Mas sabemos que não é assim. A cada esquina um pacote suspeito nos fará retroceder um pouco mais.
A cada instante mais um maluco pode surgir atirando ou explodindo em nome de Maomé, Alah, Jihad,  ou o que quer que seja.
A cada esquina um "menor" espera armado, para assaltar e matar sem piedade por um celular, ou um par de tenis usado.
A cada momento, especialmente aqui em meu país, um novo escandalo se junta aos já tão desgastados e impunes anteriores.

Em qualquer momento uma guerra pode eclodir sem aviso prévio, os rumores estão no ar, o medo está no ar que respiramos. Não podemos parar, isto é certo, e assim, despreocupados e muitas vezes em meio ao nosso trabalho, ou diversão, ou volta para casa, somos surpreendidos pelo terror.

É o terror ainda não chegou ao fim, infelizmente irá aumentar mais e mais.
O ódio se espalha, a ignorância se espalha e na maioria das vezes em nome de Deus.

Tudo em nome de uma fé falsa e retrógrada, imoral e infame.
Tempos cruéis, tempos onde mulheres e crianças são explodidas em pedaços. Tempos onde país matam filhos os jogando pelas janelas, ou filhos matam seus país a pauladas pela herança ou por não simplesmente não aceitarem um simples "não" como resposta.

Vemos marchas para liberarem drogas, casamentos entre pessoas do mesmo sexo, vemos impunidade, vemos crueldade contra pessoas e animais, mas nada mais parece importar para maioria das pessoas. Pessoas possuídas apenas pelo ter e ser.

Tempos cruéis, mas acreditem, muitos ainda terão saudades destes tempos de agora, pois o verdadeiro terror  está por chegar, e a cada dia se fará mais presente e mais insano.
Continuará a ser um terror em nome de Maomé, Deus, Alah, Jihad ou seja lá que nome lhe derem, pois a verdade há muito tempo já foi esquecida, mesmo presente em cada folha de árvore, em cada gota de orvalho, nos olhos de um animal ou em cada sorriso de uma criança.

"DE TANTO QUERER A TOLERÃNCIA AS PESSOAS SE TORNARAM INTOLERANTES"

(Siegmar)

quinta-feira, 18 de abril de 2013

E TUDO CONTINUA NA MESMA "M"..., QUE TAL CONSULTAR OS BÚZIOS?

Ontem ao ir dormir e fechar os olhos, pensei, amanhã o mundo não será mais o mesmo. Estava brincando, gozando, pois eu sabia que assim ao abrir os olhos pela manhã, tudo estaria na mesma merda e ficando sempre mais um pouco pior.
O gordinho retardado, fã do Mickey continua ameaçando, agora faz exigências para continuar o diálogo.

Como diz um outro retardado; "ele só quer ser amado".
Acho que ele deve estar apaixonado pelo Spy ou Psy do gangnamstyle e ninguém ainda percebeu.
Tesão enrustido, entenderam?

E falando na merda do Psy, mais um bosta para emporcalhar e dar maus exemplos para crianças. Até na própria Coreia do Sul resolveram proibir o novo video do porcão.

Ainda precisa que alguém de um joguinho de guerra do lego para este imbecíl.

Este idiota e outros como Ahmadinejad, Fidel, Maduro e tantos outros vermes deveriam ser exterminados da face da terra, eles e seus seguidores.

Mas o mundo precisa de guerrinhas e provocações, senão acaba, não é mesmo?

Imagem um mundo sem toda esta merda, para muitos não teria mais graça alguma viver. Podem apostar!
Mas a vida continua, continua a roubalheira, os casamentos gays, lésbicas se beijando em público para protestar e exigir o direito de esfregarem as xexécas e etc...

Enquanto a crise não os consome, reis continuam matando elefantes, vagabundas continuam viajando pelo mundo com comitivas de vagabundos.
Mensaleiros e juízes vão esticando os prazos e favorecendo uns aos outros e o povão continua muito ocupado com suas novelas, samba, macumba videntes  e candomblé.

E falando em sortistas, videntes, macumbas e outras merdas do gênero, acabo de ver um cartaz interessante
sobre uma destas caloteiras que o povão adora procurar. Assim resolvi também entrar no ramo.
Olhem meu anúncio e me procurem, garanto sucesso em todos os negócios.
Leiam e me procurem urgentemente.

A QUEM INTERESSAR POSSA

ENCONTRA-SE EM CURITIBA
O GRANDE VIDENTE, CLARIVIDENTE, MACUMBEIRO E SENSITIVO

        ECHULÉ DE OHCÚ

FAÇO QUALQUER TRABALHO
DE AMARRAÇÃO OU DESAMARRAÇÃO, DESAMARRO ATÉ NÓ DE MARINHEIRO, TUDO POR DINHEIRO.

VENHA CARREGADO, (DE GRANA) QUE EU TE DESCARREGO.

PRECISA DE SUCESSO NOS NEGÓCIOS? FRIEIRA E FRIEZA SEXUAL? RESOLVO E GARANTO.

JOGO BÚZIOS, CARTAS, TARÔ, PIFE, CANASTRA E CAXETA.

LEIO SEU PASSADO, PRESENTE E FUTURO NA BOLA DE CRISTAL, BASQUETE E ATÉ NA DE FUTEBOL.

CONSULTA R$ 500,00, ACEITO TAMBÉM, DOAÇÕES ACIMA DESTE VALOR.

COMO EU DISSE, SUCESSO GARANTIDO!

ASSIM, OS TROUXAS E IDIOTAS QUE GOSTAM DE ACREDITAR EM MERDA DESTE TIPO E CAIR NAS MÃOS DESTES CHARLATÕES E CALOTEIROS, NÃO SE ENVERGONHEM E ME PROCUREM COM URGÊNCIA, POIS MINHA PASSAGEM PELA CIDADE É BREVE, SABEM COMO É, QUANDO A MERDA EXPLODIR PRECISO ESTAR EM OUTRO LUGAR.

(Siegmar)

segunda-feira, 15 de abril de 2013

A era dos indecorosos – Menos de uma semana depois, o assassino de Victor Hugo Deppman já tem mais advogados nos jornais do que a família do morto. Ou: A morte e a morte de Victor Hugo


Victor Hugo, executado com um tiro na cabeça: do seu assassino, não se podem conhecer nem cara nem nome. Em três anos, terá a ficha limpa
Conforme o esperado e o previsto, a grita contra a alteração da maioridade penal de 18 para 16 anos já é bem maior e bem mais presente na imprensa do que as manifestações de indignação com a morte de Victor Hugo Deppman. Ele levou um tiro na cabeça na terça-feira à noite em frente ao prédio onde morava, no bairro de Belém, na Zona Leste de São Paulo. Estava com as mãos para o alto, não esboçou a menor resistência. Aceitou entregar o que o outro lhe pedia. Não foi o bastante. Depois de lhe tomar o celular, o bandido o executou com um tiro na cabeça. Deppman tinha 19 anos. Do assassino, não saberemos nem o nome. O Estatuto da Criança e do Adolescente proíbe a divulgação. Ele era um “dimenor” por mais três dias apenas. Setenta e duas horas depois de matar Deppman, completou 18 anos. Tivesse já feito aniversário, saberíamos quem é ele e poderia ser processado por latrocínio — um crime hediondo. Como era um “dimenor”, ficará internado no máximo — isso quer dizer que pode sair antes! — três anos. Sob nenhuma hipótese, continuará detido depois dos 21. Saíra da Fundação Casa com a ficha limpa. A consciência jurídica nacional, cuja moral foi carcomida pela patrulha politicamente correta, acha que tem de ser assim.
Se o assassino de Deppman não tiver a consciência pesada — não parece que seja o caso —, o evento vai lhe sumir da memória. O Estado brasileiro assegura que a morte jamais apareça na sua ficha. A vida de Deppman custará um recolhimento  — não é prisão! — de meros três anos, e depois o dito-cujo poderá circular livremente por aí. Ele já tinha sido apreendido por roubo duas vezes. Mas, sabem como é, “dimenor” que era, foi solto. Um dia um estudante de Rádio e TV, um trabalhador, um filho, um namorado, um amigo de muitos amigos teve a má sorte de encontrá-lo pelo caminho. E morreu.
O estado brasileiro, e isso é estupidamente escandaloso!, garante o apagamento da história. Por alguma estranha razão, o assassino de Deppman é considerado a verdadeira vítima. É como se a vida daquele rapaz fosse uma espécie de preço que a sociedade paga por sua perversidade. É como se o jovem Deppman devesse arcar pessoalmente por, sei lá, o sistema de iniquidades sociais no Brasil. É como, em suma, se as iniquidades, ainda que verdadeiras, realmente fizessem assassinos.
Se fôssemos fazer um pouco de história das ideias, é claro que encontraremos nessa visão de mundo ecos de uma interpretação muito peculiar de luta de classes, que garante o direito ao assassinato. Não que os comunistas originais repudiassem homicídios, inclusive em massa. Longe disso! Ninguém teorizou sobre a morte como eles — mas não para esse tipo de banditismo. Aliás, todos os países comunistas, sem exceção, adotaram a pena de morte — que vigora nos que ainda se dizem partidários desse regime. Fôssemos recuar ainda um pouco mais, bateríamos em Rousseau, o suíço moralmente tarado, capaz de entregar os próprios filhos para a assistência pública porque, afinal, considerava que os homens nascem bons e são corrompidos pela sociedade.
Esses que se arrepiam só de ouvir falar em baixar a maioridade penal estão convencidos de que o dito-cujo que matou Deppman o fez premiado por circunstâncias que não foram de sua escolha. Não perguntam por que outros, submetidos às mesmas ou muito mais severas condições, escolheram trabalhar, respeitar o próximo, lutar para enfrentar as próprias dificuldades. No fim das contas, essa gente acredita que existe uma moral particular na pobreza que contempla o assassinato.
Juristas saíram combatendo a ideia. Gilberto Carvalho saiu combatendo a ideia. Michel Temer saiu combatendo a ideia. Todos eles falaram, com palavras variadas, que o Brasil precisa é dar mais atenção a seus jovens, melhorar a escola etc. Sim, é verdade! Mas assassino precisa é de cadeia.
Aliás, meus caros, é uma estupidez a frequência com que os homens públicos no Brasil e as ditas elites bem-pensantes articulam o binômio “cadeia-escola”. Quem gosta de fazer essa confusão pode não oferecer cadeia a quem precisa de escola (até porque fazê-lo é muito caro), mas fatalmente acabará oferecendo escola a quem precisa de cadeia — e aí elas é que se transformam em verdadeiros centros de violência, inclusive contra os professores.
Boa intenção e vigariceÉ claro que reconheço que há pessoas de boa intenção a sustentar que a “diminuição da maioridade penal para 16 anos não resolveria o problema”. Mas o que significa, afinal, “resolver o problema”? De qual “problema” se está a falar? Já abordo essa questão em particular. Antes, algumas palavras à turma da má-fé ou da má consciência.
É vigarice intelectual consciente, estudada, tratar a maioridade penal aos 18 anos como se fosse uma medida de bom senso, mundialmente adotada, e estivessem alguns reacionários no Brasil querendo introduzir na legislação uma jabuticaba autoritária. Ao contrário! A maioridade penal aos 18 anos é que é a exceção! A esmagadora maioria dos países adota, vamos dizer, uma idade de corte abaixo dessa. Nações as mais civilizadas da Terra nem mesmo estabelecem um limite. Cada caso é um caso segundo a sua gravidade. O que se evita é juntar o jovem criminoso com os adultos, o que me parece uma medida sensata.
Os que estão convictos de que as leis que estão aí devem ser mantidas deveriam, em vez de fazer discursos sobre a sociologia da pobreza — geralmente, sem conhecer o assunto, com base no puro achismo e no suposto bom coração —, demonstrar a eficiência da legislação; deveriam demonstrar que elas servem para proteger a sociedade e concorrem para a sua tranquilidade. E aqui chego ao outro aspecto da questão, que larguei solto dois parágrafos atrás.
Para que servem as penas?As penas devem concorrer, sim, para a ressocialização do criminoso e coisa e tal. Mas essa é uma de suas dimensões. Pena é, e deve ser, principalmente punição, aplicada segundo os fundamentos que regem os direitos humanos — isso não está sob debate, embora as cadeias, no Brasil, no mais das vezes, sejam verdadeiros pardieiros.
A pena é o que cobra a sociedade pelo agravo sofrido, ora essa! Ou é isso, ou é o estado da natureza. Coloquem o meu nome em todas as petições para humanizar os presídios. Quem pode ser contra isso? Mas não acho razoável que,nestepaiz, um condenado por crime hediondo possa ficar preso em regime fechado seis, sete anos apenas. Como não há instituições para regime semiaberto, sai dali para casa. E pronto! Já a morte, bem, essa não tem regime de progressão, não é mesmo? Machado disse em “Esaú e Jacó” que ela é um “estado de sítio permanente”. Eu digo que é a ditadura perfeita.
No caso do “ dimenor”, a vida do outro vale três anos, com a garantia do apagamento da memória. Em 2016, o dito-cujo que matou Deppman estará solto. Se ficar pela vizinhança antiga, os próximos saberão quem é ele. Se mudar, nem isso. Poderá se empregar, sei lá, como servente de escola, jardineiro de residências, motorista… Mais: pode se inscrever num desses cursos oferecidos por empresas de segurança e se tornar um guarda privado armado. Se seu nome desaparece dos registros, pode até mesmo integrar uma força pública de segurança. O Estado lhe terá dado três anos para refletir sobre os seus atos…
E Deppman? Restará na memória de seus familiares pra sempre, de seus amigos por muito tempo e só. Não terá descendentes. Um dia ele teve a má sorte de cruzar com o dito-cujo, e um pedaço da história humana — sim, é isto mesmo — acabou ali. A estúpida incultura religiosa desses tempos (e não estou chamando de estúpidos os que não creem, deixo claro!) vive se perguntando por que Deus permite isso e aquilo, mas pouco se pergunta por que os homens permitem isso e aquilo. O dito-cujo, a três dias de completar 18 anos, decidiu que poderia interromper o fio do destino de Victor Hugo Deppman. E se forma, na prática, um verdadeiro coro não exatamente em defesa do assassino — que a tanto a estupidez ainda não chegou —, mas em defesa daquilo que ele representaria.
E o que, afinal de contas, ele “representaria”? A luta entre os supostos “progressistas”, que defendem um Brasil mais justo e mais humano, e os “reacionários”, que estariam querendo se aproveitar de um caso como esse para fazer a sociedade regredir. Mas “regredir” exatamente a quê? Afirmar, como valor, que a vida humana não pode valer tão pouco; sustentar que ninguém pode sair por aí brincando de Deus e determinando quem vive e quem morre; deixar claro que esse comportamento não é aceitável e será severamente punido… Serão mesmo esses valores “reacionários”? Respondo o óbvio: não! Nem aqui nem em qualquer outra democracia do mundo, que não condescende com seus assassinos, como condescendemos com os nossos.
A tragédia humanista — o nome é esse mesmo! — dessa visão de mundo é que ela decide passar a mão na cabeça de homicidas pensando estar respondendo, de maneira eficiente, a outras questões, como a luta contra a desigualdade, as injustiças sociais, a miséria, a pobreza, escolham aí… Mal se dão conta esses iluminados de que são justamente os pobres os que mais sofrem com esse estado de coisas. Não é a Vila Nova Conceição, Higienópolis, Ipanema ou Leblon que fornecem, todos os anos, a carne barata dos 50 mil homicídios. Esses mortos estão nos morros e nas periferias. Punir os homicidas, podem acreditar, é uma forma de fazer justiça social, sim, senhores! E é também uma resposta necessária ao bom funcionamento da sociedade e, SIM, SENHORES!, AO LUTO DOS QUE PERDERAM AQUELES A QUEM AMAVAM.
Os pais de Victor Hugo Deppman
José Valdir Deppman, pai de Victor Hugo: sua voz está sendo esmagada pela vigarice moral
Penso com compaixão e com sofrimento na família de Victor Hugo Deppman. Vi uma foto de seu pai, José Valdir, no jornal, devastado pela dor. Uma parte de nós vai com quem amamos. Pior quando a pessoa nos é arrancada. Este senhor não tem voz. Os políticos, os juristas, as ONGs, a partir de agora, tomam conta do debate. Seu filho vira peça de uma equação, de um debate de natureza intelectual.
Daqui a três anos, o dito-cujo, sob a proteção do Estado, poderá dividir a rua com o pai de Victor Hugo, o ônibus, o vagão do metrô. A José Valdir, não será permitido saber nem o nome nem a cara do assassino.
É como decretar a morte de Victor Hugo pela segunda vez. Chamam isso de justiça. Eu chamo de iniquidade.
Por Reinaldo Azevedo - Revista Veja
Comentário: Para os que continuam indiferentes e calados, é bom lembrarem que amanhã isto poderá acontecer com os seus filhos. Agora é hora de exigir os direitos. Vivemos numa democracia mesmo? Então? Se 90% da população exige a diminuição da maioridade penal, o que este governo hipócrita está esperando?
Quantos jovens mais precisarão morrer?
(Siegmar)

terça-feira, 9 de abril de 2013

QUEM NÃO DENUNCIA É CUMPLICE

Bom dia,
Gostaria de uma orientação....
Perto da casa de uma amiga minha tem um rapaz que maltrata muito um cachorrinho, ela me contou que o cachorro é filhote e fica amarrado o tempo todo, ele quase não tem espaço para se mover. Para piorar, quando o rapaz chega em casa bêbado, bate no coitado do cachorro...o pobre chora a noite toda. A mãe da minha amiga já tentou conversar com o rapaz, mas ele disse que o cachorro é dele e se ela chamar a policia vai se ver com ele....ou seja, a situação é complicada porque a mulher pode ter sérios problemas com o vizinho......Já pensei em denunciar, mas a principal suspeita será ela, pois nenhum outro do vizinho liga para a situação. Acordo a noite pensando nesse cachorro e imaginando o sofrimento do bichinho...
Obrigada,
Recebi este E-Mail que circula pela Internet.
Não é a primeira vez que leio ou recebo este tipo de perguntas.
Não preciso dizer, que como protetor, este tipo de pergunta me deixa muito irritado.
Pergunto; medo de denunciar?
E se fosse uma criança sendo espancada ou pior violentada, também iriam passar E-Mail perguntando o que fazer?
A questão é uma só, DENUNCIAR,  não existe outra alternativa. E o animal precisa ser retirado do lugar e o sujeito impedido por lei de ter outro animal.
Enquanto E-Mails são enviados perguntando por "conselhos"  cujas respostas são mais do que óbvias, o animal continua nas mãos de um desgraçado e sofrendo.
É pelo motivo de muitos se calarem e se acovardarem, que crianças e animais continuam sofrendo. É pelo mesmo motivo que assistem calados a corrupção, a impunidade e tudo o mais que existe de imoral neste país.
45% se cala por covardia e medo, 45% é indiferente e diz que não é problema seu, apenas 10% e olha lá, fazem alguma coisa. Enquanto isto, 100% da vítimas inocentes continuam sendo espancadas até a morte.
Me orgulho de já ter salvo alguns animais do descaso e maltrato. Me orgulho de denunciar, de não me acovardar.
Cuido de animais que foram abandonados, alguns já sofreram o maltrato e conheceram a ignorância "humana", sei que quando denuncio até eles correm risco de uma vingança, mas mesmo assim, é preciso denunciar.
Fazer alguma coisa, caso contrário, a impunidade já tão presente ficará cada vez pior.
Minha resposta, minha solução? Respondo com a frase abaixo.
Não fazer nada, se omitir por covardia ou medo, é o mesmo que estar pessoalmente espancando o animal até a morte.
(Siegmar)

domingo, 7 de abril de 2013

LEVEI PARA A CHÁCARA!

Recentemente um vizinho queria a todo custo adotar um dos meus cães. Na época, eu tinha dois filhotes e ele até se prontificou a ficar com os dois.

Mas os dias passaram e diante de algumas explicações, ele disse que os levaria no final do mês.

Logo em seguida, um dos pequenos filhotes se machucou brincando com os adultos e acabou morrendo. Foi numa brincadeira inocente. Fiquei triste e assim resolvi não mais doar o outro pequeno e ficar com ele.

Plic cresceu e hoje vive feliz com sua turma.
Mas voltando ao vizinho, ele realmente voltou no fim do mês para adotar o pequeno.

Mas algo me dizia para não o doar e como eu já havia me apegado e decidido ficar com ele, sugeri ao vizinho adotar um dos tantos que perambulam sem lar pelas ruas. Nada feito!

No mesmo dia, outro vizinho resgatou uma cadela e seus filhotes e procurava por alguém para adotar um dos filhotes. Indiquei o vizinho, explicando que ele estava a procura de um filhote.
Bom, para nossa alegria, ele resolveu adotar um dos pequenos, que, por alguns meses, viveu feliz acreditando ter encontrado um lar.
Agora vem a parte interessante e que muitos, aliás, todos os que protegem animais conhecem, e conhecem muito bem.
Repentinamente o pequeno se tornou um incomodo, pois como todo filhote crescendo, eles brincam, querem passear, não se incomodam muito onde fazer seu xixi e gostam de rasgar chinelos e mastigar sapatos ou o que encontram pela frente.

Assim, da noite para o dia, o pequeno desapareceu.
Ao perguntar sobre o destino do cãozinho, escutei o óbvio: LEVEI PARA A CHÁCARA!

Creio que todos os protetores já ouviram esta "bela e mentirosa" frase. "LEVEI PARA A CHÁCARA!"
Em geral, ela ainda vem acompanhada do complemento; "ele está tão feliz lá!"

Infelizmente sabemos que não é verdade. A assim chamada chácara nada mais é em geral, do que uma rua deserta qualquer, longe de casa e na calada da noite.

Prestem atenção ao ouvir esta desculpa. "Levei para a chácara!"

Se este tipo de pessoa realmente tivesse uma chácara para cuidar de algum cão, nada seria mais normal do que ajudar um dos tantos que perambulam muitas vezes machucados e famintos pelas ruas.
Aliás, são estes os animais que foram levados para "as chácaras".
Isto, esta frase é muito comum, podem ter certeza que ao ouvir esta desculpa, saberão que estão diante de um mentiroso ou mentirosa que acaba de abandonar mais um animal, seja cão ou gato.

Aqui perto de casa outra vizinha recentemente também, por "solidariedade" a um amigo que faleceu, resolveu ficar com os dois cães que ele deixou. Dias depois, por "solidariedade" resolveu ajudar uma outra vizinha e adotou mais três de uma só vez. Mais alguns dias depois e os três adotados por último voltaram para a rua de onde foram recolhidos e os outros dois, aqueles, do amigo que faleceu, repentinamente, da noite para o dia, também foram para a "chácara".

É incrível como estas pessoas repentinamente tem chácaras para deixar seus cães. E é mais incrível ainda, que quando veem um cão morrendo ou sendo maltratado, não ajudam pois dizem que não tem lugar para ficar com ele, ou eles, mas..., "E AS CHÁCARAS?"
É, Plic teve sorte de ficar comigo, senão hoje, ele estaria numa....,chácara?
(Siegmar)