''DO NOT ABANDON YOUR BEST FRIEND''

O CÃO É O ÚNICO QUE NÃO SE IMPORTA SE VOCÊ É RICO OU POBRE, BONITO OU FEIO. O CÃO É O ÚNICO QUE REALMENTE SENTE A TUA AUSÊNCIA E SE ALEGRA DE VERDADE COM O TEU RETORNO, PORTANTO, JAMAIS ABANDONE SEU MELHOR AMIGO.



UM RAIO DE LUZ

''UMA ANTIGA LENDA DIZ QUE QUANDO UM SER HUMANO ACOLHE E PROTEGE UM CÃO ATÉ O DIA DE SUA MORTE, UM RAIO DE LUZ, QUE NÃO PODEMOS ENXERGAR DESTE PLANO DA EXISTÊNCIA, ILUMINA O CAMINHO DESTE SER PARA SEMPRE!''





domingo, 8 de janeiro de 2012

CAMINHANDO POR PINHAIS / REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA


Pinhais é um município  do estado do nosso estado, localiza-se na Região  Metropolitana  de Curitiba. Tornou-se oficialmente um município em 1992, quando emancipou-se do município de Piraquara. Mesmo sendo o menor dos 399 municípios paranaenses, em área territorial, com 60.92 km², figura entre as 14 cidades mais populosas do estado, com uma população de 117.166 hab, segundo dados do IBGE-2010.


No cenário regional destaca-se por abrigar o Autódromo Internacional de Curitiba, o Expotrade, um dos maiores Centros de Convenções e Exposições do estado, a Granja do Canguiri, Residência Oficial do Governador do Paraná e por seus grandes condomínios horizontais, dentre os quais destacam-se o complexo Pineville e os Condomínios Alphaville Graciosa e Alphaville Pinheiros, ambos às margens da centenária Estrada da Graciosa.

A antiga e a nova igreja Nossa Senhora da Boa Esperança


Encontrar trens parando o transito na cidade não é coisa rara.
Pinhais é caminho dos trens para Morretes e Paranaguá.
É nostálgico esta cena.
Poucas cidades ainda são cortadas por linhas ferroviárias.
Algo que deveria ser preservado para sempre.
Infelizmente no Brasil, devido a um governo burro e ignorante, as ferrovias perderam seu valor.
Muito poderia ser feito pela economia, se tivéssemos um governo competente e honesto, mas, com a podridão e corrupção que aqui se implantou....


A antiga estação ferroviária.   Construída na  década de 40, a Estação Ferroviária de Pinhais era o pátio de cruzamento dos trens vindos do interior do estado em direção à capital.



O novo e bonito terminal de ônibus de Pinhais.







A principal avenida da cidade.







A Câmara Municipal de Pinhais.
Uma vista de alguns bairros da pequena cidade.

 A cidade abriga um dos maiores centros de exposições e convenções da Região Sul do Brasil, o Expotrade Convention Center. Com 34.000 m² de áreaconstruída, neste espaço ocorrem com frequência grandes shows e apresentações tanto a nível nacional como internacional (como o do Cirque du Soleil, em 2007, ou da banda Oasis, em 2009, por exemplo), além de eventos importantes, como a reunião da COP-8 e da COP/MOP-3, em 2006.





Um dos poucos edifícios da pequena cidade.
Podemos contar nos dedos de uma mão os prédios.

Este antigo e abandonado silo me lembra um pouco da minha juventude. Costumava explorar o local na década de 70.  Desde esta época o lugar já era abandonado.







Uma avenida da região.









Este é realmente o prédio mais alto da pequena Pinhais.
Situado quase ao lado do Bosque Municipal.








A entrada do Autódromo Internacional de Pinhais.
Mais alguns silos de uma das indústrias de Pinhais.

A pequena Pinhais fica bem perto de onde eu resido.
Antigamente eu podia ver a cidade da janela do meu quarto.
Mas atualmente a bela vista foi interrompida por algumas construções.
Ainda não descobri onde termina o bairro onde moro e onde começa a pequena cidade.

Aos domingos podemos ouvir as corridas do autódromo. Bem como também posso ouvir os apitos dos trens que se dirigem para atravessar a pequena Pinhais.
Impossível falar de Curitiba e seus bairros, sem mencionar esta pequena cidade.
Fica assim registrado este pequeno passeio por Pinhais. A imagem abaixo é Curitiba vista de Pinhais, mais
exatamente os prédios do bairro Jardim Botânico.
Siegmar








sábado, 7 de janeiro de 2012

CAMINHANDO POR CURITIBA / CABRAL

 Seguindo pela Avenida João Gualberto em direção ao Norte, chega-se ao Cabral, bairro vizinho do Juvevê e também do Hugo Langue, Bacacheri, Boa Vista e Ahú.
O bairro, a 3,3 km do Marco Zero no Centro, seguiu a mesma linha de desenvolvimento do Juvevê a partir da implantação da Estrutural Norte e dos eixos de transporte urbano na década de 70. As vias principais atraíram empreendimentos residenciais de porte, comércio e serviços de todos os gêneros. Vale lembrar que o bairro abriga um dos grandes terminais de transporte público da cidade, o Terminal Cabral.
A história de Curitiba revela que o bairro ganhou esse nome graças à família França, que no século XIX doou o terreno onde foi erguida a Igreja do Cabral, uma das referências da região.
 A Igreja do Cabral tornou-se pólo de todos os acontecimentos importantes do bairro a partir dos anos 1900. Grandes festividades da comunidade aconteciam na igreja e em torno dela. Na década de 40, com a fundação do Graciosa Country Club – o mais exclusivo clube da cidade – o bairro ganhou ainda mais importância entre as famílias tradicionais de Curitiba.
Outros marcos do bairro são o campus do curso de Agronomia da Universidade Federal do Paraná e o prédio do Ippuc (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba), instalado em 1974.
O Cabral, com 2,04 km2, conta hoje com população de cerca de 12 mil pessoas. Seus moradores são bem servidos: há mais de 200 pontos de comércio e outros 400 de serviços, três praças, supermercados e escolas, além de possuir edifícios residenciais de bom padrão e muitas residências.
Abaixo algumas imagens da Avenida João Gualberto.
Siegmar



UM GURI ADOTADO

Hoje passeia a tarde na feirinha de adoção de cães da minha amiga Denise. Levei o pequeno Guri para adoção. O garotão teve sorte. Um simpático casal de Pinhais o levou para uma nova vida, uma nova chance e quem sabe, muito carinho. Muitos pequenos filhotes foram adotados hoje. Até uma linda cadelinha já mais adulta, teve a sorte de encontrar um novo lar. A hora da gente entregar estas pequenas vidas é sempre um pouco dolorida. Afinal, quer a gente queira ou não, nos poucos dias que eles passam com a gente, acabamos por criar um tipo de laços.

Quando os entregamos, fica apenas a pergunta e o desejo de que realmente sejam bem tratados e nunca, mas nunca mais sejam abandonados. Nunca podemos ter esta certeza e é exatamente por isso que a entrega é dolorida. Nós, os protetores pensamos todos da mesma forma. Não nos alegramos apenas pela adoção, mas pelo pensamento e desejo que eles recebam o carinho que nunca tiveram no novo lar.

Que o meu pequeno Guri tenha esta sorte. Em algumas semanas eu irei vê-lo, só com o passar do tempo terei a certeza e a tranquilidade de que ele realmente está bem e feliz em seu novo lar.

 (Siegmar)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

UM PERFIL / O BISPO E ATIVISTA AMBIENTAL ERWIN KRÄUTLER

Desde quando era menino de escola, Erwin Kräutler já sonhava com o Xingu, um grande afluente do Amazonas, que conhecia das histórias de seu tio. Também ele servira ali como missionário. Hoje o Amazonas tornou-se uma metáfora de sua vida: “horas a fio ele flui tranquilamente, até que uma terrível tempestade, como um raio súbito, faz surgirem ondas gigantescas. Da mesma forma as marés, que são sentidas rio acima nos inúmeros afluentes…” – assim o bispo de Altamira caracteriza sua vida. Erwin Kräutler foi para o Brasil em 1964 logo após sua ordenação como missionário da Congregação do Preciosíssimo Sangue. Não para “praticar o colonialismo religioso, mas para me tornar um deles”. Em janeiro de 1981 foi consagrado bispo da Diocese do Xingu, que com mais de 350 mil km² é a maior do Brasil. Ali vivem mais de 400 mil pessoas, das quais 3.500 pertencentes a culturas indígenas. Inspirado pela Teologia da Libertação – por um Deus que protege, liberta e salva – Kräutler já luta há 45 anos com empenho máximo contra a pobreza e a falta de assistência médica, pela construção e o equipamento de escolas e hospitais e por uma transformação de baixo para cima.
Durante seu tempo como presidente do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) ele tornou-se o principal defensor dos direitos indígenas. Em 1988 Kräutler conquistou o reconhecimento e a inclusão dos direitos indígenas na Constituição brasileira. Desde 2006 o bispo de Altamira preside novamente o CIMI e continua se engajando para impor esses direitos. Nada menos que 30 anos foram necessários, por exemplo, para o reconhecimento das terras indígenas na Raposa Serra do Sol, em Roraima, estado no Norte do país, onde os donos de plantações estão hoje tendo que deixar o território.
Com sua atuação inabalável o religioso não fez apenas amigos. Diversas vezes Kräutler foi ameaçado de morte por causa de seu engajamento. Em 1987 ele sobreviveu por pouco a um atentado e em 2005 sua maior companheira de trabalho, a irmã Dorothy Stang, foi assassinada. Há quatro anos o bispo se encontra sob constante proteção policial quando circula em público. Mas Kräutler não se deixa intimidar: “Não dá para acendermos uma vela para Deus e o diabo ao mesmo tempo, portanto tenho que tomar uma posição”. Nos últimos tempos as ondas do Amazonas voltaram a se encrespar: o motivo é o altamente questionável projeto da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no Baixo Xingu. Desde o início, e isso se estende já pela metade de sua vida, o septuagenário lutou contra o megaprojeto do governo brasileiro.
O terceiro maior projeto hidrelétrico do mundo destruiria 1.500 km² da Floresta Amazônica e deixaria um terço da cidade de Altamira sob as águas, criando uma área represada de 500 km² – um chamariz ideal de mosquitos que tornaria muito desagradável a vida no que restar da cidade. Milhares de famílias na cidade e moradores do rio perderiam sua base de subsistência e teriam de ser realocados. Para várias culturas indígenas do Estado de Mato Grosso, a construção da gigantesca represa significaria o fim, pois seriam expulsas do território de seus ancestrais, ficariam sem acesso à água, e todo o ecossistema da área do rio sofreria danos irreversíveis. Junto com os grupos indígenas afetados, especialmente os Kayapó, Kräutler protesta contra a loucura de Belo Monte e a destruição do que chama de nosso mundo compartilhado, que para ele não é uma grandeza anônima, mas parte da vida.
Em 2010 o combativo bispo do Xingu recebeu atenção e apoio internacional angariando o chamado Prêmio Nobel Alternativo. O júri o honrou “por uma vida dedicada aos direitos dos povos indígenas e por seu incansável esforço para salvar a selva amazônica da destruição”. Isso fortalece Kräutler na luta contra o Golias das ultrapoderosas empresas energéticas. Em 6 de dezembro, Dom Erwin Kräutler declarou ao receber o prêmio: “Eu aceito o Right Livelihood Award em nome de quem luta comigo hoje, em nome dos povos indígenas, da Amazônia e dos direitos humanos. Eu o aceito também em nome das dezenas de pessoas que deram suas vidas, cujo sangue foi derramado e que foram brutalmente assassinadas porque se opunham à destruição sistematizada da Amazônia. Sinto-me honrado com o prêmio num momento em que nossa luta em prol dos povos indígenas está tomando novas dimensões e maior importância em face dos projetos de desenvolvimento que ameaçam a Amazônia”.
(Fonte - Revista Humboldt 103) Artigo de Ulrike Prinz Ulrike Prinz (Munique, 1961) é etnóloga. Entre 2001 e 2004, deu aulas sobre temas latino-americanos na Universidade Ludwig Maximilian de Munique. Desde outubro de 2007, é corresponsável pela redação da revista HUMBOLDT.

Tradução do alemão: Gisela Pimentel Copyright: Goethe-Institut e. V., Humboldt Redaktion Maio 2011

Comentário: Infelizmente a luta de Erwin em prol dos indigenas e Belo Monte foi perdida. A destruição da Amazônia já está em andamento. A construção da usina de Belo Monte já comecou garantindo a destruição da fauna e da flora ao seu redor O que se poderia esperar de um governo ignorante e hipócrita? 

 Siegmar

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O BOSQUE DE JESUS / CAMINHANDO POR CURITIBA

Existem vários bosques em Curitiba. Mas um deles é muito especial. Um pequeno bosque chamado o Bosque de Jesus. O pequeno e convidativo bosque fica situado no Bairro São Lourenço, na rua João Guariza, 135. Fica aberto ao público em geral em determinados horários em alguns dias durante a semana. Interessante sempre é telefonar e marcar a visita. Todos são muito bem recebidos, independendo da religião ou fé de cada pessoa, e a entrada é franca. O bosque é um refúgio para a oração, meditação e reflexão. Não há como descrever a beleza e a paz encontrada no pequeno lugar. Podemos sentir a presença de Deus neste lugar.
Canaã no Brasil foi estabelecida em 1981, como filial brasileira da Irmandade Evangélica de Maria, fundade em 1947 na Alemanha pós-guerra, no âmbito da Igreja Luterana Alemã. Muitas pessoas ao redor do mundo conheceram Madre Basilea, a fundadora, por meio das suas publicações, como "Realidades - oa Milagres de Deus na Atualidade", e sua autobiografia; "Encontrei a Chave do Coração de Deus" e outras. Os caminhos do Jardim de Oração acham-se no meio de um bosque natural e levam visitantes a uma apreciação da obra salvadora de Jesus. Os monumentos em baixo-relevo, criados na Alemanha por uma das irmãs, ilustram algumas passagens bíblicas. Caminhando pelo jardim, você experimenta o grande amor de Jesus. Se estiver buscando um recanto de tranquilidade e oração, com certeza você o encontra neste belo lugar. Seguem algumas fotos do belo bosque.
E lembre, independente da sua fé ou religião, o lugar irá receber você de coração e braços abertos. Ninguém irá doutrinar você ou lhe dar sermões. Apenas todos ficarão feliz com a tua visita e o teu passeio. O lugar pertence a Jesus. Você pode senti-lo em cada passo, caminhando ao seu lado. Num próximo passeio, pense neste lugar, ele faz parte da tua casa, do teu coração e da tua vida. Maiores informações você encontra no endereço abaixo: http://www.canaan.org.br/

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

UMA CARTA DESPREZADA, ESQUECIDA E IGNORADA


Uma carta, palavras e frases ditas por um sábio. Palavras que foram esquecidas, desprezadas e ignoradas.
Continuam sendo tratadas desta forma.
Este é o meu grito solitário. Se milhões de gritos se levantassem, talvez seriam ouvidos, mas, infelizmente o silêncio e a indiferença são maiores.
Triste ver o nosso fim se aproximar e nada mais poder fazer. É tarde demais, nada mais poderá ser recuperado, nada mais é respeitado e a indiferença se instalou e prevalece no coração das pessoas.

Siegmar
http://www.youtube.com/watch?v=2UrlVcca11E&feature=youtu.be

domingo, 1 de janeiro de 2012

GURI 2012


Este pequeno menino foi abandonado ontem. Mais uma vítima do descaso e da indiferença, como se a vida de um animal nada mais significasse.

Seu nome provisório é Guri.
Idade? Talvez 60 dias.
Brincalhão, malandrinho e comilão.
Não tenho certeza se há alguma mistura em sua raça, se houver, eu diria talvez seja mestiço pitbull.
Alguém procura um novo amigo para alegrar o novo ano que se inicia?

Entra ano e sai ano, é sempre o mesmo descaso. Animais são descartados como se fossem lixo.

Feliz Ano Novo? Para quem?
Certamente não para a natureza e os animais.
A destruição e a indiferença apenas irão crescer.
A ignorância do homens não tem mais limites.
Importa apenas sua insignificante vida, dão a sua vida o mesmo valor que dão à vida de um pequeno cão.
O ser humano nunca mais voltará a ser digno de ser chamado de humano.
Merece as catástrofes, merece o sofrimento e a desgraça.
Palavras fortes? Mas o que mais mereceria quem abandona crianças e animais inocentes?
Ser chamado de filho de Deus? Com toda a certeza jamais.
Os verdadeiros Filhos de Deus, cuidam e protegem a criação divina.
Feliz Ano Novo!

Siegmar