''DO NOT ABANDON YOUR BEST FRIEND''

O CÃO É O ÚNICO QUE NÃO SE IMPORTA SE VOCÊ É RICO OU POBRE, BONITO OU FEIO. O CÃO É O ÚNICO QUE REALMENTE SENTE A TUA AUSÊNCIA E SE ALEGRA DE VERDADE COM O TEU RETORNO, PORTANTO, JAMAIS ABANDONE SEU MELHOR AMIGO.



UM RAIO DE LUZ

''UMA ANTIGA LENDA DIZ QUE QUANDO UM SER HUMANO ACOLHE E PROTEGE UM CÃO ATÉ O DIA DE SUA MORTE, UM RAIO DE LUZ, QUE NÃO PODEMOS ENXERGAR DESTE PLANO DA EXISTÊNCIA, ILUMINA O CAMINHO DESTE SER PARA SEMPRE!''




quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

ABANDONO DE ANIMAIS DOMÉSTICOS CRESCE NAS FÉRIAS

Esta é Nina,foi abandonada dois dias antes do ano novo. Nina deve ter sido abandonada por dois motivos: seus donos foram viajar e simplesmente resolveram se livrar do pequeno e dócil animal e segundo, porque Nina estava doente e precisava de cuidados. Nada grave, nada que não possa ser curado.Nina já esta se recuperando. Fica toda feliz quando chego em casa e começa a demonstrar confiança novamente.Nina não era castrada, se sobrevisse na rua sozinha, o que duvido, logo estaria prenha e mais uma ninhada estaria nas ruas do abandono, passando fome e sede. Infelizmente a ignorância e o total respeito à vida destas pequenas e indefesas criaturas aumenta a cada dia.
Abaixo segue uma excelente matéria publicada no Jornal O Estado do Paraná de hoje.
Parabenizo o jornal por isso. Podemos ver que muitos se preocupam com este descaso.
As imagens dos cães são da própria matéria e, a pequena foto do cãozinho ao lado do amiguinho morto, possivelmente atropelado, impressiona e comove muito.

ABANDONO DE ANIMAIS DOMÉSTICOS CRESCE NAS FÉRIAS
Matéria no Jornal o Estado do Paraná de hoje 06/01O verão é marcado pelas festas, comemorações e viagens. Mas também por
um fato triste: o abandono de animais domésticos. Os donos têm uma
programação para esta época e, quando viajam, muitas vezes preferem
deixar o cachorro ou o gato na rua do que procurar uma alternativa.

As associações e organizações não governamentais que lutam pelos
direitos dos animais alertam que o problema é grave e pode ser
revertido contra os próprios seres humanos: na rua, os animais podem
contrair doenças e repassá-las aos homens. Quem abandona nem sempre
pensa nas consequências que este ato pode gerar.
Átila Alberti
Depois de sede e fome, bichos correm risco de atropelamento e maus tratos.

“A maioria simplesmente joga os animais na rua, como se fossem objetos
indesejados. Esta época e o Carnaval são as que as pessoas mais
abandonam animais. Muita gente ganha cachorro e gato de presente no
fim do ano e depois não conseguem cuidar”, comenta Maria Elizabeth
Hold Montaguti, presidente da Associação do Melhor Amigo do Homem de
Telêmaco Borba (Amahteb), que atua na região central do Estado.

Além do abandono pelo próprio dono, também são frequentes os casos de
pessoas que deixam os animais com vizinhos ou amigos que não estão
preparados para lidar com os bichinhos.

Eles então soltam o cachorro ou o gato na rua, de acordo com Maria
Elizabeth. “Falta ainda muita conscientização sobre como lidar com o
animal e o que fazer com ele quando viaja”, analisa.

Nem só animais sem raça definida ou que foram parar nas famílias por
meio de doação acabam abandonados. Cães de raça são frequentemente
vistos nas ruas nesta época do ano.

“Quem abandona é quem tem condições de viajar e que adquiriu o
cachorro. Aí não querem pagar hotel para o animal e não se importam
com ele como deveriam. Quando voltarem de férias, se quiserem ou as
crianças reclamarem, compram outro e fica por isso”, comenta Marcelo
Misga, presidente da Associação Amigo Animal.

Hotéis
Caso não possam levar os animais nas férias junto com a família, as
alternativas para os donos são pagar diárias em hotéis para cachorros
e gatos, ou deixar com alguma pessoa confiável e que esteja acostumada
com animais.

Muita gente deixa os bichos sozinhos em casa, com água e comida. Mas
eles acabam ficando no meio da própria sujeira, que se acumula depois
de vários dias sem limpeza.

“Podemos considerar essas pessoas semiconscientes, apesar da
situação”, ressalta Misga. Vizinhos se motivam a denunciar situações
de maus tratos quando os animais estão sem comida, sozinhos há vários
dias e no meio de muita fezes.
Associações ficam sem espaço
As associações e ONGs que recolhem animais ficam sobrecarregadas nesta
época do ano e não dão conta de tantos pedidos de recolhimento. Se
ninguém se dispuser a resgatar um animal abandonado, ele fica vagando
pelas ruas e enfrentando várias dificuldades.

As primeiras são sede e fome. Depois, vêm os riscos de atropelamento e
de maus tratos de pessoas, que deliberadamente cometem crueldades
contra animais.

Por terem sido criados dentro de residências, cachorros e gatos ainda
sofrem em brigas com outros bichos por não saberem se defender. Além
disso, podem ficar doentes. Sarnas, pulgas e carrapatos acompanham as
vidas desses animais.

“Mas a maior preocupação é com a leptospirose. Eles vão se alimentar
de qualquer coisa. Comem ratos e em qualquer lugar, e matam a sede com
água suja. É uma doença que passa para o homem. Mesmo vacinado, o
animal pode adquirir a doença e ter contato com outros animais”,
esclarece a médica veterinária Consuelo Martin Ferreira, do projeto
Cão Amigo & Cia.

De acordo com ela, entre as pessoas que estão propensas a abandonar um
animal, há aquelas que aproveitam que vão viajar para largar na rua
seu bicho de estimação que está velho e com problemas de saúde. “Para
que o mundo mate”, lamenta.

Posse tem que ser responsável
A impulsividade está, em muitos casos, por trás da compra de filhotes
de cachorros ou gatos ou da atitude de pegá-los em feiras de adoção.
Esse problema é totalmente contrário ao conceito de posse responsável.

Depois que os filhotes crescem, eles dão mais despesas com comida e
precisam de mais espaço. Se ficam confinados em canis apertados,
dentro de apartamentos (dependendo do tamanho) ou, ainda, acorrentados
o tempo todo, os animais começam a apresentar dificuldades
comportamentais. Tudo isso vira um enorme problema para o dono, que
pode optar pelo abandono como saída.

“Infelizmente, parte da população não entendeu o que é esta
responsabilidade, o que é ter um animal. Ele virou um objeto de
consumo. É bonito ganhar filhote, mas muitas vezes as pessoas não
estão preparadas para isso. Nem financeiramente, nem com tempo”,
comenta Aurélio Munhoz, presidente da ong Pense Bicho, que trabalha
com conscientização da posse responsável.

Munhoz acredita que a conscientização é o caminho para que o abandono
seja reduzido. Para Marcelo Misga, da Associação Amigo Animal,
palestras sobre posse responsável deveriam ser obrigatórias em escolas
públicas e particulares.

QUE DEUS NÃO TENHA MISERICÓRDIA NO DIA DO JULGAMENTO FINAL!
(Siegmar)

2 comentários:

  1. Sei que pouco faço, mas ver o sofrimento dos animais me machuca muito. Obrigada por existirem aguns poucos como você que ainda fazem algo pelos nosssos amiguinhos e parabéns ao Estado do Paraná pelo artigo.

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  2. Parabéns a todas associações e ongs que fazem o trabalho que o sistema deve fazer...Repudio a esses seres entitulados humanos q fazem barbaries a esses anjos de quatro patas q só sabem dar e pedir carinho...
    Eu tb nao faço muito, mas faço o q posso e mtas vezes o q nao posso pra ajudar de alguma forma e acalmar meu coração...
    A midia ,especialmente as redes de televisão brasileiras deveriam publicar e abordar com mais frequencia esses assuntos, afinal, envolvem vidas, nao importa qual seja especie, todos tem direito a vida e a dignidade...Abraços ao Marcelo Misga e todos os protetores como nós...

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