SEM MAIORES COMENTÁRIOS
**RELATOS DE ABANDONO DE ANIMAIS** **POLITICA E CORRUPÇÃO** **MEDIOCRIDADE E HIPOCRISIA HUMANA** **FOTOS, VIDEO E MÚSICA**
''DO NOT ABANDON YOUR BEST FRIEND''
O CÃO É O ÚNICO QUE NÃO SE IMPORTA SE VOCÊ É RICO OU POBRE, BONITO OU FEIO. O CÃO É O ÚNICO QUE REALMENTE SENTE A TUA AUSÊNCIA E SE ALEGRA DE VERDADE COM O TEU RETORNO, PORTANTO, JAMAIS ABANDONE SEU MELHOR AMIGO.
UM RAIO DE LUZ
''UMA ANTIGA LENDA DIZ QUE QUANDO UM SER HUMANO ACOLHE E PROTEGE UM CÃO ATÉ O DIA DE SUA MORTE, UM RAIO DE LUZ, QUE NÃO PODEMOS ENXERGAR DESTE PLANO DA EXISTÊNCIA, ILUMINA O CAMINHO DESTE SER PARA SEMPRE!''
quinta-feira, 8 de março de 2012
AOS OTÁRIOS DO PMDB
Marcadores:
corruptos,
desavergonhados,
governo podre e imundo,
mentiras,
PMDB,
política,
PT
O PAÍS DO NEURÔNIO SOLITÁRIO
Reflexões O nosso jeitinho frouxo e cretino de serLá se vai mais um ano, e a cada dia torna - se impossível não ser mais orgulhoso de ser brasileiro. Estamos em paz com a nossa consciência (?), pois não importa se vivemos sob a ditadura da corrupção, e que o peculato não é crime, mas sinal de inteligência (gostou do elogio Lupi?), e o que interessa é que vivemos despreocupados, e que o problema é dos outros, não nos interessando se os outros são VOCÊS.
Depois que do nada viramos um tudo, e passamos a usufruir de carros, mulheres, riquezas, poder e impunidade. Nós atingimos o panteão da esbórnia institucionalizada sem o menor esforço. Não importa que o País esteja estratificado, o que importa é que vivemos em êxtase. No País, testemunhamos um verdadeiro milagre em andamento, que promete durar mais vinte, trinta anos.
Não adianta falar que a carga tributária do brasileiro está próxima de 40% do PIB, e que o país tem um dos piores índices de qualificação e eficiência de seus serviços públicos.
Não importa que o país acumule troféus de incompetência, seja no IDH, o 84º lugar; no analfabetismo, o 95º; na mortalidade infantil, o 106º; na renda per capita, a 71º; e ocupe apenas o 52º lugar entre 110 países da América Latina melhor para se viver, e que estamos no primeiro lugar no mundo em corrupção, com mais de R$ 80 bilhões desviados do bolso de VOCÊS.
Se alguém afirma que o metrô de Brasília é o mais caro do mundo, não podemos deixar de falar com a boca cheia, que nada devemos às mais avançadas nações do mundo. Sim, quantos países atingiram tal situação?
Quantos países podem taxar os remédios, e o brasileiro é um doente crônico, com 33,9% de impostos, que pagamos sem o menor muxoxo?
O que importa, se temos apenas 3% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, e uma participação no comércio mundial em torno de 2%, e que anossa dívida interna está só em um trilhão e 500 bilhões de reais?Sem contar, que patrocinamos uma bolsa-família que paga para cinco filhos, e até os quinze anos de idade. E, conforme a necessidade de cooptação de votos, o atual benemérito desgoverno pode ampliar o leque, pois sabe que alguém sempre pagará a conta.
Devemos apedrejar os que soltam vitupérios contra esta maravilhosa gestão, alegando que no período de janeiro a outubro de 2011, o Governo Federal já gastou R$ 197,7 bilhões de juros da dívida pública. Esse valor astronômico é superior à soma dos orçamentos anuais da saúde e da educação, que somaram R$ 143 bilhões.
Não importa que a presidenta no exterior, impossibilitada de negar-se a dar uma entrevista não diga coisa com coisa e, para piorar, tropece nas palavras, que soam com gritante incoerência. No País, atém-se a um texto pobre, elaborado para não colocar em circuito sua imensa teia de neurônios mortos (provavelmente, durante as sessões de tortura).
Não importa que nada de grandioso tenha sido construído nos últimos dez anos para sedimentar necessidade futuras, seja na infraestrutura seja na educação, pois acreditamos piamente que Deus é brasileiro, e ele nos proverá.
Não temos escolas, nem hospitais, mas teremos imensos e majestosos estádios de futebol, pois nossa sede de circo é imensurável. Quanto ao pão, haverá sempre uma bolsa com uma cesta fornecida por ELES, às suas expensas.
Com a inflação subindo, para 2012, modifiquemos os índices dos seus componentes e, ela diminuirá.
Viram como é fácil?
Sim, estamos orgulhosos, pois apesar de tudo, aumentamos o nosso já elevado índice de aceitação, tanto do EX como da atual presidente. Sim, somos calhordas, mas quem não é, somos jeitosos, somos coniventes, malandros, aproveitadores e, sabiamente, mandamos o futuro para o inferno.
É isso aí gente, ninguém vive de valores, ninguém está preocupado com honestidade, com princípios, com justiça, abdicamos de pruridos que na prática tolhem espertezas.
Por tudo, estamos eufóricos, que se preocupem com o amanhã aqueles que vierem no futuro. A vida atual é boa, não a estraguemos lendo jornais e revistas aos serviços da fajuta oposição.
O nosso espelho é a metamorfose ambulante, exemplo de que tudo se pode, e no espelho, refletimos a imagem de nosso mestre, e como a dele, as nossas faces enchem-se de orgulho. Nós somos os caras.
De fato, somos honoris em causa própria, em patifarias, em malandrices; o que trocando em miúdos, nos eleva aos píncaros do gênero cafajeste de ser dos vivaldinos.
Brasília, DF, 02 de dezembro de 2011
General Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Depois que do nada viramos um tudo, e passamos a usufruir de carros, mulheres, riquezas, poder e impunidade. Nós atingimos o panteão da esbórnia institucionalizada sem o menor esforço. Não importa que o País esteja estratificado, o que importa é que vivemos em êxtase. No País, testemunhamos um verdadeiro milagre em andamento, que promete durar mais vinte, trinta anos.
Não adianta falar que a carga tributária do brasileiro está próxima de 40% do PIB, e que o país tem um dos piores índices de qualificação e eficiência de seus serviços públicos.
Não importa que o país acumule troféus de incompetência, seja no IDH, o 84º lugar; no analfabetismo, o 95º; na mortalidade infantil, o 106º; na renda per capita, a 71º; e ocupe apenas o 52º lugar entre 110 países da América Latina melhor para se viver, e que estamos no primeiro lugar no mundo em corrupção, com mais de R$ 80 bilhões desviados do bolso de VOCÊS.
Se alguém afirma que o metrô de Brasília é o mais caro do mundo, não podemos deixar de falar com a boca cheia, que nada devemos às mais avançadas nações do mundo. Sim, quantos países atingiram tal situação?
Quantos países podem taxar os remédios, e o brasileiro é um doente crônico, com 33,9% de impostos, que pagamos sem o menor muxoxo?
O que importa, se temos apenas 3% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, e uma participação no comércio mundial em torno de 2%, e que anossa dívida interna está só em um trilhão e 500 bilhões de reais?Sem contar, que patrocinamos uma bolsa-família que paga para cinco filhos, e até os quinze anos de idade. E, conforme a necessidade de cooptação de votos, o atual benemérito desgoverno pode ampliar o leque, pois sabe que alguém sempre pagará a conta.
Devemos apedrejar os que soltam vitupérios contra esta maravilhosa gestão, alegando que no período de janeiro a outubro de 2011, o Governo Federal já gastou R$ 197,7 bilhões de juros da dívida pública. Esse valor astronômico é superior à soma dos orçamentos anuais da saúde e da educação, que somaram R$ 143 bilhões.
Não importa que a presidenta no exterior, impossibilitada de negar-se a dar uma entrevista não diga coisa com coisa e, para piorar, tropece nas palavras, que soam com gritante incoerência. No País, atém-se a um texto pobre, elaborado para não colocar em circuito sua imensa teia de neurônios mortos (provavelmente, durante as sessões de tortura).
Não importa que nada de grandioso tenha sido construído nos últimos dez anos para sedimentar necessidade futuras, seja na infraestrutura seja na educação, pois acreditamos piamente que Deus é brasileiro, e ele nos proverá.
Não temos escolas, nem hospitais, mas teremos imensos e majestosos estádios de futebol, pois nossa sede de circo é imensurável. Quanto ao pão, haverá sempre uma bolsa com uma cesta fornecida por ELES, às suas expensas.
Com a inflação subindo, para 2012, modifiquemos os índices dos seus componentes e, ela diminuirá.
Viram como é fácil?
Sim, estamos orgulhosos, pois apesar de tudo, aumentamos o nosso já elevado índice de aceitação, tanto do EX como da atual presidente. Sim, somos calhordas, mas quem não é, somos jeitosos, somos coniventes, malandros, aproveitadores e, sabiamente, mandamos o futuro para o inferno.
É isso aí gente, ninguém vive de valores, ninguém está preocupado com honestidade, com princípios, com justiça, abdicamos de pruridos que na prática tolhem espertezas.
Por tudo, estamos eufóricos, que se preocupem com o amanhã aqueles que vierem no futuro. A vida atual é boa, não a estraguemos lendo jornais e revistas aos serviços da fajuta oposição.
O nosso espelho é a metamorfose ambulante, exemplo de que tudo se pode, e no espelho, refletimos a imagem de nosso mestre, e como a dele, as nossas faces enchem-se de orgulho. Nós somos os caras.
De fato, somos honoris em causa própria, em patifarias, em malandrices; o que trocando em miúdos, nos eleva aos píncaros do gênero cafajeste de ser dos vivaldinos.
Brasília, DF, 02 de dezembro de 2011
General Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Precisa de mais algum comentário?
Siegmar
Marcadores:
dilma rousseff,
falta de vergonha na cara,
governo,
ignorância,
pequenas reflexões,
verdades
quarta-feira, 7 de março de 2012
O GOVERNO DAS MENTIRAS E DOS MENTIROSOS QUE QUEREM SALVAR A ECONOMIA E O MUNDO
Pronasci perde R$ 1,7 bi em 5 anos
Cortes no “PAC da Segurança Pública” somam um terço dos recursos previstos no período e afetam projetos de prevenção à violência
Passados quase cinco anos de seu lançamento, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), concebido para ser o primeiro plano de combate à violência do país, ainda não apresentou resultados convincentes. Pior, desde sua criação, um terço da verba prevista deixou de ser aplicada por causa de cortes orçamentários. O contingenciamento foi maior no governo Dilma Rousseff – R$ 1,2 bilhão somente em 2011.
O projeto alardeado pelo governo Lula como o “PAC da Segurança Pública” era ambicioso: abrangia desde a construção de presídios e combate ao crime organizado até a criação de bolsas-auxílio e programas habitacionais para policiais. Agora, em meio a críticas, o governo suspendeu o repasse de verbas e informa que pretende reformular o programa, mas há um receio de que acabe extinto.
(Fonte - Gazeta do Povo 07/03/2012)
Creio não ser necessário mais nenhum comentário, apenas mencionar que o mesmo acontece com a educação e a saúde publica. Isto é PT!
Mas para Dilma Rousseff os verdadeiros culpados devem ser os estrangeiros e...
Siegmar
Marcadores:
corruptos,
dilma rousseff,
falta de vergonha na cara,
governo podre e imundo,
lula,
mentiras,
podridão
QUANDO SABEMOS QUE ESTAMOS AGINDO ERRADO, ATÉ UM SIMPLES CRUCIFIXO INCOMODA MUITA GENTE
Crucifixos serão retirados dos prédios da Justiça gaúcha
TJRS determinou a retirada de todos os símbolos religiosos acatando um pedido feito pela Liga Brasileira de Lésbicas e outras entidades sociais
Numa decisão unânime, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) determinou a retirada de todos os crucifixos e símbolos religiosos dos espaços públicos dos prédios da Justiça gaúcha. O pedido, feito pela Liga Brasileira de Lésbicas e outras entidades sociais, foi acatado na primeira sessão do ano do Conselho da Magistratura, realizada nesta terça-feira
(Fonte - Revista Veja)
Minha opinião? - Concordo plenamente. Não pela razão de um bando de hipócritas ter feito o pedido, mas pelo simples fato de que atualmente em nosso país a justiça se tornou um antro de corrupção comparável com casas de prostituição. Se um simples crucifixo incomoda e faz pesar a consciência, imagine Jesus Cristo então...
Símbolos religiosos em locais onde impera a corrupção, a injustiça e a falta de respeito não combina. Isso mais parece um ato de deboche para com Deus. A verdadeira justiça pertence somente a Ele. Assim, nada mais justo que estes símbolos sejam urgentemente retirados destes antros de imoralidade no qual os nossos tribunais e outros órgãos se tornaram.
Não fosse assim, mandariam lésbicas e outros afins criarem vergonha na cara e exigiriam ao menos respeito ao bom Deus. Quem acata com pedidos deste tipo é tão imoral e imundo quando os que fazem o pedido.
Por qual razão será que um crucifixo incomoda tanto esta gentalha? Respondo: Eles sabem que estão no caminho oposto. Melhor não olhar para qualquer coisa que lembre a Deus e, nem pensar em Deus, assim a consciência fica mais tranquila para continuarem praticando as suas imundices. O negócio é orar por estes coitados e pedir ao bom Deus que tenha misericórdia de suas almas.
Siegmar
Marcadores:
falta de vergonha na cara,
hipocrisia,
imoral,
justiça
terça-feira, 6 de março de 2012
O TEMPO ESTÁ SE ESGOTANDO
Uma crescente tensão começa a tomar conta. O que antes eram apenas ameaças dissimuladas, agora se tornam explícitas. 2012 ainda está apenas começando, mas já deixa claro os próximos passos.
As nações perderam seu rumo. A crise segue aberta e incontrolável. Fica evidente cada vez mais, o colapso que se aproxima. Fica também evidente o rumo do nosso futuro. Indiferentes as pessoas seguem seu caminho, sem saber para onde este os leva.
Sírios são assassinados, ameaças e rumores de guerra se espalham, não são mais apenas alertas, se tornaram clara declaração. Sim, o tempo está se esgotando, não apenas para o Irã, mas para o breve total colapso de todos.
Exatamente onde a história da humanidade começou, o fim também começa a tomar forma. Tudo está muito bem registrado, palavra por palavra nos foi contado, mas poucos percebem. Os pequenos e grandes sinais são gritantemente visíveis. As razões insanas são o subterfúgio da realidade.
As mudanças batem á porta. O destino há muito tempo foi selado, agora, nestes dias, nos meses vindouros, os selos começam a ser quebrados, as palavras começam a despedaçar e as promessas são esquecidas.
Olhem para o agora e percebam o amanhã. Pois serão testemunhas do que agora não querem compreender. Gritarão como insanos, pelo silêncio que ora escolheram. Serão cumplices e culpados, pela indiferença que demonstram no presente. A palavra que agora deveria ser bradada por todos, ficará entravada na garganta.
Siegmar
Marcadores:
alerta,
avisos,
inicio do fim,
pequenas reflexões
DEUS, TRABALHO, ESCRAVIDÃO E DIREITOS
Um amigo me enviou este interessante e maravilhoso artigo.
Escrito por Marcos Paulo A. Morais, um jovem acadêmico de Direito, merece ser lido e dividido com todos.
Faz refletir e pensar.
Nenhum outro texto até hoje, conseguiu expor tão claramente a visão da Bíblia sobre o trabalho.
Quero parabenizar o jovem autor do artigo.
Tomo a liberdade de o postar neste blog, para que mais amigos tenham a oportunidade de refletir e dividir o mesmo com outras pessoas. O artigo nos responde perguntas que muitos já devem ter feito a si mesmos.
A BÍBLIA E O DIREITO DO TRABALHO
Marcos Paulo A. Morais
Quando Deus fez a terra, deu-a ao homem, para que este a cultivasse e a guardasse. Dessa forma, Adão trabalhava no jardim do Éden, sendo que este trabalho, na verdade, não consistia em um trabalho cansativo, pesado, árduo, cheio de dificuldades; mas era um trabalho realizado sem maiores dores e dificuldades. Lá havia tudo aquilo que seria suficiente para seu sustento e suas necessidades básicas.
Depois do pecado, quando Adão ao provar do fruto proibido demonstrou querer ser auto-suficiente diante de Deus, entre as várias conseqüências que acarretaram de seu pecado, encontra-se o castigo que Deus estabeleceu à raça humana: "Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comeres, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o teu sustento durante os dias de tua vida. Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo. Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado, porque tu és pó e ao pó tornarás"(Gn 3:17-19).
Então veja que o trabalho depois do pecado, seria realizado com certo suor, fadiga, cansaço. A natureza passou a ser um obstáculo ao homem, ela passou a produzir "cardos" e "abrolhos", ou seja, "em fadigas obterás dela o teu sustento". Diz que "maldita é a terra por tua causa", sendo que, na minha forma de entender esse trecho, a "terra" significa todo o nosso sistema econômico, político, social, cultural, e não deixando a entender apenas a terra no sentido "físico". Ou seja, o nosso sistema econômico, político, social, cultural, em vez de propiciar um ambiente agradável para se viver uma vida plena, com alegria, paz etc., gera o caos, as guerras, as crises econômicas, os conflitos políticos, a concentração de renda nas mãos de poucos, a violência crescente no mundo todo, enfim a maldição paira sobre as cabeças de todos nós sobre a face da terra.
Penso que a grande verdade que estar nestes versículos é que a vida humana na terra envolveria uma luta constante pela sobrevivência. Cada ser humano terá que trabalhar para poder se auto-sustentar ou sustentar sua família. Enfim, envolveria um árduo trabalho. No entanto, há alguns escritores que criticam essa visão que a Bíblia apresenta acerca do trabalho como algo que envolvesse o muito "esforço", "fadigas" etc.: dizem que o trabalho tem que ser visto de forma positiva, ou seja, o trabalho deve ser encarado como uma forma de desenvolvimento da personalidade; algo através do qual se extrai do ser humano suas qualidades, seus talentos; enfim, o trabalho deveria ser visto como um dos meios de progresso da humanidade. Na realidade, numa visão bíblica correta, o trabalho "em si" não é um "castigo" por causa do pecado do ser humano, pois o trabalho humano já existia antes do pecado; o que de fato percebemos depois da queda, foi que o trabalho assumiu também outra face, passando a ser algo que traz certo suor, esforço, enfado. Como veremos mais adiante, a Bíblia não exclui essa forma positiva de enxergar a questão do trabalho, porém mostra que o trabalho humano deveria ser encarado como uma moeda em que há duas faces: uma positiva e a outra negativa.
Mas o princípio básico que eu quero extrair desse texto é a atividade que o ser humano realiza em busca de uma recompensa, sendo que esta recompensa como algo necessário à sua sobrevivência e bem-estar. Todo trabalho humano visa uma recompensa básica: a contraprestação do seu serviço. Em nossa Constituição Federal, estabelece quais são os direitos dos trabalhadores entre eles: "salário mínimo, fixado em lei(...), capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e as de sua família..."(Art.7º,IV), portanto, todo trabalhador urbano ou rural tem direito de receber um mínimo necessário como recompensa pelo seu trabalho realizado com a finalidade de suprir suas necessidades básicas e vitais(como sabemos, esse salário, aqui no Brasil, de forma alguma supri as necessidades do trabalhador). Assim também, a Bíblia estabelece esse princípio de que é justo que todo trabalhador receba o salário como recompensa, através do qual se retira a lei natural encontrada em Lucas 10:17 que reza: "digno é o trabalhador de seu salário". Furtar-lhe esse direito, é atentar contra a dignidade humana.
Deus estabeleceu o direito natural daquele que trabalha: sua recompensa, seu salário, sua contraprestação ao serviço prestado ou ao trabalho realizado. Na lei de Deus havia uma regra que ordenava: "não atarás a boca do boi, quando pisa o trigo"(Dt 25:4), significando que os israelitas deveriam permitir que seus bois comessem enquanto trabalhavam. E o apóstolo Paulo, quando os irmãos da igreja de corinto estavam querendo negar-lhe certos direitos e, dentre estes, estava o direito de receber o seu salário pelo trabalho realizado através de seu ministério apostólico e pastoral, Paulo enfatiza em sua carta aos coríntios que, embora tivesse esse direito natural, era da sua preferência não ser sustentado por igreja nenhuma. Vejamos sua argumentação e verifiquemos esse direito natural do trabalhador, que é o seu salário:
"quem jamais vai a guerra à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come de seu fruto? Ou quem apascenta um rebanho e não se alimenta do seu leite? Porventura, digo isso apenas do meu ponto de vista humano, ou a lei não diz a mesma coisa? Pois está escrito: não atarás a boca do boi, quando pisa o trigo. Acaso, é com bois que Deus se preocupa? Não é certamente por nossa causa que ele o diz? Sim, isso foi escrito em nosso favor; pois o que a lavra cumpre fazê-lo com esperança; o que pisa o trigo faça-o na esperança de receber a parte que lhe é devida(...). Entretanto, não usamos desse direito; antes, suportamos tudo, para não criarmos qualquer obstáculos ao evangelho de Cristo." 1 Coríntios 9:7-10,12b
Escrito por Marcos Paulo A. Morais, um jovem acadêmico de Direito, merece ser lido e dividido com todos.
Faz refletir e pensar.
Nenhum outro texto até hoje, conseguiu expor tão claramente a visão da Bíblia sobre o trabalho.
Quero parabenizar o jovem autor do artigo.
Tomo a liberdade de o postar neste blog, para que mais amigos tenham a oportunidade de refletir e dividir o mesmo com outras pessoas. O artigo nos responde perguntas que muitos já devem ter feito a si mesmos.
A BÍBLIA E O DIREITO DO TRABALHO
Marcos Paulo A. Morais
Quando Deus fez a terra, deu-a ao homem, para que este a cultivasse e a guardasse. Dessa forma, Adão trabalhava no jardim do Éden, sendo que este trabalho, na verdade, não consistia em um trabalho cansativo, pesado, árduo, cheio de dificuldades; mas era um trabalho realizado sem maiores dores e dificuldades. Lá havia tudo aquilo que seria suficiente para seu sustento e suas necessidades básicas.
Depois do pecado, quando Adão ao provar do fruto proibido demonstrou querer ser auto-suficiente diante de Deus, entre as várias conseqüências que acarretaram de seu pecado, encontra-se o castigo que Deus estabeleceu à raça humana: "Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comeres, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o teu sustento durante os dias de tua vida. Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo. Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado, porque tu és pó e ao pó tornarás"(Gn 3:17-19).
Então veja que o trabalho depois do pecado, seria realizado com certo suor, fadiga, cansaço. A natureza passou a ser um obstáculo ao homem, ela passou a produzir "cardos" e "abrolhos", ou seja, "em fadigas obterás dela o teu sustento". Diz que "maldita é a terra por tua causa", sendo que, na minha forma de entender esse trecho, a "terra" significa todo o nosso sistema econômico, político, social, cultural, e não deixando a entender apenas a terra no sentido "físico". Ou seja, o nosso sistema econômico, político, social, cultural, em vez de propiciar um ambiente agradável para se viver uma vida plena, com alegria, paz etc., gera o caos, as guerras, as crises econômicas, os conflitos políticos, a concentração de renda nas mãos de poucos, a violência crescente no mundo todo, enfim a maldição paira sobre as cabeças de todos nós sobre a face da terra.
Penso que a grande verdade que estar nestes versículos é que a vida humana na terra envolveria uma luta constante pela sobrevivência. Cada ser humano terá que trabalhar para poder se auto-sustentar ou sustentar sua família. Enfim, envolveria um árduo trabalho. No entanto, há alguns escritores que criticam essa visão que a Bíblia apresenta acerca do trabalho como algo que envolvesse o muito "esforço", "fadigas" etc.: dizem que o trabalho tem que ser visto de forma positiva, ou seja, o trabalho deve ser encarado como uma forma de desenvolvimento da personalidade; algo através do qual se extrai do ser humano suas qualidades, seus talentos; enfim, o trabalho deveria ser visto como um dos meios de progresso da humanidade. Na realidade, numa visão bíblica correta, o trabalho "em si" não é um "castigo" por causa do pecado do ser humano, pois o trabalho humano já existia antes do pecado; o que de fato percebemos depois da queda, foi que o trabalho assumiu também outra face, passando a ser algo que traz certo suor, esforço, enfado. Como veremos mais adiante, a Bíblia não exclui essa forma positiva de enxergar a questão do trabalho, porém mostra que o trabalho humano deveria ser encarado como uma moeda em que há duas faces: uma positiva e a outra negativa.
Mas o princípio básico que eu quero extrair desse texto é a atividade que o ser humano realiza em busca de uma recompensa, sendo que esta recompensa como algo necessário à sua sobrevivência e bem-estar. Todo trabalho humano visa uma recompensa básica: a contraprestação do seu serviço. Em nossa Constituição Federal, estabelece quais são os direitos dos trabalhadores entre eles: "salário mínimo, fixado em lei(...), capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e as de sua família..."(Art.7º,IV), portanto, todo trabalhador urbano ou rural tem direito de receber um mínimo necessário como recompensa pelo seu trabalho realizado com a finalidade de suprir suas necessidades básicas e vitais(como sabemos, esse salário, aqui no Brasil, de forma alguma supri as necessidades do trabalhador). Assim também, a Bíblia estabelece esse princípio de que é justo que todo trabalhador receba o salário como recompensa, através do qual se retira a lei natural encontrada em Lucas 10:17 que reza: "digno é o trabalhador de seu salário". Furtar-lhe esse direito, é atentar contra a dignidade humana.
Deus estabeleceu o direito natural daquele que trabalha: sua recompensa, seu salário, sua contraprestação ao serviço prestado ou ao trabalho realizado. Na lei de Deus havia uma regra que ordenava: "não atarás a boca do boi, quando pisa o trigo"(Dt 25:4), significando que os israelitas deveriam permitir que seus bois comessem enquanto trabalhavam. E o apóstolo Paulo, quando os irmãos da igreja de corinto estavam querendo negar-lhe certos direitos e, dentre estes, estava o direito de receber o seu salário pelo trabalho realizado através de seu ministério apostólico e pastoral, Paulo enfatiza em sua carta aos coríntios que, embora tivesse esse direito natural, era da sua preferência não ser sustentado por igreja nenhuma. Vejamos sua argumentação e verifiquemos esse direito natural do trabalhador, que é o seu salário:
"quem jamais vai a guerra à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come de seu fruto? Ou quem apascenta um rebanho e não se alimenta do seu leite? Porventura, digo isso apenas do meu ponto de vista humano, ou a lei não diz a mesma coisa? Pois está escrito: não atarás a boca do boi, quando pisa o trigo. Acaso, é com bois que Deus se preocupa? Não é certamente por nossa causa que ele o diz? Sim, isso foi escrito em nosso favor; pois o que a lavra cumpre fazê-lo com esperança; o que pisa o trigo faça-o na esperança de receber a parte que lhe é devida(...). Entretanto, não usamos desse direito; antes, suportamos tudo, para não criarmos qualquer obstáculos ao evangelho de Cristo." 1 Coríntios 9:7-10,12b
Como visto, Paulo foi claro ao dizer que Deus estabeleceu esse princípio elementar de que "todo trabalhador é digno de seu salário". Faz parte de um direito natural que a todos é facultado enquanto trabalhador. Portanto, podemos perceber que o trabalho não é só um imperativo da ordem divina como uma das conseqüências do pecado de Adão, mas acarreta esse outro significado que é um dever, um direito-dever. Esse aspecto do "direito-dever", nas palavras de Amauri Mascaro Nascimento, encontra-se expresso mais recentemente nos preceitos Constitucionais modernos:
"... no Renascimento — as idéias de valorização do trabalho como manifestação da cultura, e, mais recentemente, nos preceitos constitucionais modernos — do trabalho como direito, como dever, como direito-dever, ou ainda, como valor fundante das sociedades políticas" (inicialização ao direito do trabalho, 33ªed. São Paulo:LTr, 2007, p.60).
"... no Renascimento — as idéias de valorização do trabalho como manifestação da cultura, e, mais recentemente, nos preceitos constitucionais modernos — do trabalho como direito, como dever, como direito-dever, ou ainda, como valor fundante das sociedades políticas" (inicialização ao direito do trabalho, 33ªed. São Paulo:LTr, 2007, p.60).
A Bíblia há muito tempo atrás já estabelecia esse direito, como um direito natural do ser humano. Porém, depois do pecado, a raça humana passou a ser uma raça corrompida pelo pecado, e ao invés de perceber que o trabalho é uma das formas de prestar adoração a Deus, a raça humana utiliza-o para a promoção do orgulho, para subjugação de uns sob outros, para se sentirem importantes e poderosos, para assumir o lugar de Deus na terra. A Bíblia diz que Deus se agradou de Abel e de sua oferta devido ao fato que ele trouxe "as primícias de seu rebanho e da gordura deste" como um ato de reconhecimento de que Deus tinha o direito à primeira parte produzida de tudo que seu labor produzisse. Esse era o melhor que o adorador poderia oferecer a Deus, como um reconhecimento de que: 1) Era uma ordem de Deus que, mesmo apesar da queda de Adão, os seres humanos ainda devem cumprir o mandato de Deus de administrar os recursos da terra (trabalhar); 2) Sendo que os recursos da terra, que hoje a indústria a utiliza para a produção dos mais diversos produtos, deveria ter o reconhecimento por parte do homem de que estes recursos provêm de Deus. Por isso que a oferta, o tributo prestado a Deus por Abel, encontrou aceitação diante dele, visto que ali se tratou deste reconhecimento das dádivas divina concedidas ao ser humano.
No entanto, o gênero humano busca através do trabalho outras finalidades, como exemplo, podemos encontrar em Gêneses capitulo 11, na construção da torre de Babel, onde podemos encontrar a idéia do chamado "trabalho coletivo", em que seus habitantes se organizaram com um objetivo em comum. Eles tentaram construir uma cidade imortal e que tornasse célebre o nome de seus fundadores, por meio de uma torre cujo topo chegasse aos céus. Esse intento demonstra a busca pela fama, a busca para obter relevância, notoriedade, imortalidade por meio de seus feitos. Eles utilizaram essa capacidade que Deus deu ao homem – que é essa capacidade que só os seres humanos têm de criar, fazer, produzir, construir coisas novas, ou como dizem os livros, só o homem produz a cultura, que nada mais é do que todo esse universo de coisas presentes, em nosso dia-a-dia, criadas pela invenção humana – para se rebelar contra Deus. Aquele projeto na sua origem estava a arrogância humana de ser auto-suficiente, de não depender de Deus de forma alguma.
Outra observação nesse sentido, é que podemos perceber que nem todas as pessoas gostam de trabalhar; mas gostam apenas dos frutos que o trabalho produz. De outro modo, podemos dizer que muitos gostam apenas dos frutos da árvore, mas não gostam e não querem plantar a própria árvore. Daí surgem aqueles que vão usufruir do trabalho realizado por outros. Sendo que esse usufruir, muito das vezes, tomará as diversas formas de opressão e exploração do trabalhador necessitado. Por exemplo, a escravização humana se deu ao longo da história como uma forma de exploração do trabalho sem o pagamento da devida recompensa e debaixo da força bruta, com o fim de usufruir do trabalho árduo realizado por meio de um processo de exploração e opressão. Contudo isso não é de se estranhar numa perspectiva bíblica, posto que depois da queda no Éden, o ser humano passou a ser obcecado pelo os "rendimentos" do trabalho, uma vez que este produz a "riqueza", que por sua vez, produz o "poder", e como conseqüência o "domínio" de uns sobre outros, surgindo daí a exploração e a opressão do trabalhador. Em Eclesiastes 5:8 diz:
"Se vires em alguma província opressão de pobres e o roubo em lugar do direito e da justiça, não te maravilhes de semelhante caso; porque o que está alto tem acima de si outro mais alto que o explora, e sobre estes há ainda outros mais elevados que também exploram."
"Se vires em alguma província opressão de pobres e o roubo em lugar do direito e da justiça, não te maravilhes de semelhante caso; porque o que está alto tem acima de si outro mais alto que o explora, e sobre estes há ainda outros mais elevados que também exploram."
Veja que em "lugar de direito e da justiça" o autor viu exploração de ricos sobre pobres, roubo e exploração; e diz o texto que isso não deve ser algo que deve nos deixar maravilhados, espantados; pois, devido ao pecado humano, a exploração, o roubo, a opressão, passou a fazer parte da nossa realidade cotidiana. Quem não vê isso todo os dias acontecendo e testificado pelos jornais da TV. Roubo, corrupção, mortes etc. tudo isso se dá porque muitos querem tudo, mais e mais dinheiro, mais e mais bens, sem de forma alguma se preocupar com os demais, que aliás compõe a grande maioria no mundo todo. Como diz Eclesiastes 5:10 "Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda". Portanto, esse amor ao dinheiro vai produzir a exploração do trabalho humano, ou seja, alguns por meio de astúcias e circunstâncias favoráveis, irão se aproveitar dos rendimentos, dos frutos, dos lucros, da "mais-valia", do trabalho realizado, pagando pouco, quase nada ou nada(a escravidão) àqueles que por necessidade urgente de sobrevivência tiveram e têm que se submeterem aos ditames da realidade cruel das desigualdades do meio social. Jesus chegou a fazer referências "das riquezas de origem injusta"(Lc 16:11) na parábola do administrador infiel, o qual por meios ilícitos tenta se dar bem na vida . A Bíblia chega a dizer que: "nunca deixará de haver pobres sobre a terra"(Dt 15:11), não porque essa seja a vontade de Deus, mas porque diante da maldade humana, do egoísmo, da falta de amor ao próximo, não resta dúvida de que essa constatação social é proveniente do nosso próprio meio, e nós somos os causadores da pobreza no mundo e da sua permanência! Paulo chega a dizer que os ricos do presente século não deveriam ser orgulhosos, mas deveriam praticar o bem, sendo generosos em dar e prontos a repartir (1Tm 6:17-19). Para um cristão verdadeiro essa exortação poderia ser aplicada na prática, no entanto, para os muitos incrédulos, essa exortação será dificilmente aplicada; pois o que de fato prevalece é o egoísmo humano em detrimento do bem comum.
Em meio a tudo isso surge a necessidade de leis que regulem o trabalho humano. Leis que assegurem proteção ao trabalhador. Leis que pelo menos diminuem as desigualdades que há no campo do trabalho. No entender de Amauri Mascaro, na sociedade pré-industrial não havia um sistema de normas jurídicas de direito do trabalho. Este só surge realmente com a sociedade industrial(séc.XVIII) e com o trabalho assalariado. Aponta a Constituição do México(1917) como a primeira constituição do mundo que surgiu dispondo sobre direito do trabalho(op.Cit.,pp.43-45). No entanto, na Bíblia, encontramos algumas leis trabalhistas como: "não oprimirás o trabalhador pobre e necessitado, seja ele teu irmão ou estrangeiro que está na tua terra e na tua cidade. No seu dia, lhe darás o seu salário, antes do pôr do sol, porquanto é pobre, e disso depende a sua vida; para que não clame contra ti ao senhor, e haja em ti pecado"(Dt 24:14,15). Os negócios realizados no comércio deveriam ser feito com honestidade, sem qualquer fraude: "...não terás pesos diversos, um grande e um pequeno(...), terás peso integral e justo"(Dt 25:13-15). O empréstimo concedido não deveria ser realizado levando como penhor algum bem, objeto, pertence material que fosse necessário ao viver digno daquele que contraiu o pedido de empréstimo: "Se o homem for pobre, não vá dormir tendo com você o penhor: devolva-lhe o manto ao pôr do sol, para que ele possa usá-lo para dormir, e lhe seja grato. Isso será considerado um ato de justiça pelo senhor, seu Deus"(Dt 24:12,13). Em nossa lei trabalhista, a CLT (consolidação das leis trabalhistas), em seu Art. 473 expressa que todo empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário quando:
II – em virtude de casamento, até 3(três) dias consecutivos.
II – em virtude de casamento, até 3(três) dias consecutivos.
Já em relação à lei de Deus, seu dispositivo legal em Deuteronômio 24:5 amplia mais ainda esse benefício ao trabalhador dispondo que: "homem recém-casado não sairá à guerra, nem se lhe imporá qualquer encargo; por um ano ficará livre em casa e promoverá felicidade à mulher com quem se casou". Por um ano, era o beneficio concedido para gozar de sua lua-de-mel.
Ainda nesse contexto de proteção e de direitos concedidos ao trabalhador, a Bíblia apresenta uma espécie de trabalhador, que embora seja chamado de "escravo", na verdade, na minha forma de analisar esse tipo de trabalho em Israel, não o considero como de fato um trabalho escravo, pois não contém os elementos que o caracterizam como tal.
Primeiro, em Israel, o trabalho escravo duraria apenas 6 anos, no sétimo, estaria livre de qualquer obrigação. Nesse caso, o escravo poderia após os seis anos continuar trabalhando para seu senhor, sendo essa decisão facultada ao servo; ou seja, dependeria do seu querer ou não: "Porém, se escravo expressamente disser: eu amo meu senhor, minha mulher e meus filhos, não quero sair livre. Então o seu senhor o levará aos juízes, e o fará chegar à porta ou À ombreira, e o seu senhor lhe furará a orelha, e ele o servirá para sempre"(Êx 21:5,6). Podemos perceber que o escravo era portador de direitos; tinha o direito de continuar ou não trabalhando para o seu senhor. O trabalho escravo na antigüidade entre outros povos não havia contrato, não havia o acordo de vontades em relação ao trabalho escravo; porém, em Israel, o trabalho "escravo" não consistia em um trabalho forçado, mas consistia em um acordo de vontades.
Ainda nesse contexto de proteção e de direitos concedidos ao trabalhador, a Bíblia apresenta uma espécie de trabalhador, que embora seja chamado de "escravo", na verdade, na minha forma de analisar esse tipo de trabalho em Israel, não o considero como de fato um trabalho escravo, pois não contém os elementos que o caracterizam como tal.
Primeiro, em Israel, o trabalho escravo duraria apenas 6 anos, no sétimo, estaria livre de qualquer obrigação. Nesse caso, o escravo poderia após os seis anos continuar trabalhando para seu senhor, sendo essa decisão facultada ao servo; ou seja, dependeria do seu querer ou não: "Porém, se escravo expressamente disser: eu amo meu senhor, minha mulher e meus filhos, não quero sair livre. Então o seu senhor o levará aos juízes, e o fará chegar à porta ou À ombreira, e o seu senhor lhe furará a orelha, e ele o servirá para sempre"(Êx 21:5,6). Podemos perceber que o escravo era portador de direitos; tinha o direito de continuar ou não trabalhando para o seu senhor. O trabalho escravo na antigüidade entre outros povos não havia contrato, não havia o acordo de vontades em relação ao trabalho escravo; porém, em Israel, o trabalho "escravo" não consistia em um trabalho forçado, mas consistia em um acordo de vontades.
Segundo, caso o escravo quisesse ficar livre de qualquer obrigação para com o seu senhor, ele teria algumas garantias como a obrigação que seu senhor, quando do término dos seis anos trabalhados, teria de lhe dar os devidos meios necessários para que o "escravo" pudesse produzir economicamente seu auto-sustento: "E quando o fizer, não o mande embora de mãos vazias. Dê-lhe com generosidade dos animais do seu rebanho e do produto da sua eira e do seu tanque de prensar uvas. Dê-lhe conforme a bênção que o Senhor, o seu Deus, lhe têm dado"(Dt 15:13,14). Lei criada por Deus exatamente com a finalidade de não deixar desamparado o trabalhador. Se percebermos, esta lei guarda certa semelhança com o que hoje conhecemos por fundo de garantia por tempo de serviço, o FGTS. Este consiste no depósito de 8% do salário do empregado que o empregador faz todo mês em sua conta, para que ao final do tempo útil de atividade, o trabalhador possa contar com um valor pecuniário acumulado dos depósitos feitos em seu nome, além de ser uma proteção contra a despedida sem justa causa.
Terceiro, além desses direitos, havia o direito de receber "salário". Sim, mas isso parece uma contradição: escravos recebendo salário? Vejamos que em Israel o trabalho "escravo" era um trabalho assalariado: "Não se sinta prejudicado ao libertar o seu escravo, pois o serviço que ele prestou a você nesse seis anos custou a metade do serviço de um trabalhador contratado. Além disso, o Senhor, seu Deus, o abençoará em tudo o que você fizer"(Dt 15:18). Veja que o texto deixa claro que, embora o trabalho fosse chamado de trabalho "escravo"; de fato, se tratava de um trabalho remunerado, embora custasse a metade do salário pago a um trabalhador normal. Portanto, esse aspecto é completamente descaracterizador do Israelita como trabalhador escravo de fato. Foge aos aspectos que caracterizavam o trabalho escravo na antigüidade. O escravo naquela época não tinha qualquer tipo de direito reconhecido, era considerado apenas como objeto de seu senhor. Seu senhor tinha total direitos sobre seu escravo, inclusive de oprimir, torturar, e matar. Isso me leva a um quarto ponto.
Quarto, mais uma diferença básica que podemos inferir que em Israel não havia o regime de escravidão como houve na história da humanidade. Em Êxodo 21:20 mostra que o senhor seria punido caso ferisse de morte o seu escravo: "Se alguém ferir seu escravo ou escrava com um pedaço de pau, e como resultado o escravo morrer, será punido". Mais ainda, nenhum israelita poderia vender para outros povos um outro israelita, pois era proibido qualquer espécie de tráfico de escravos(cf. Dt 24:7).
Enfim, penso que aqueles israelitas submetidos a esse tipo de trabalho eram chamados de "escravos" apenas porque naquela época era comum o sistema de escravidão humana, e, de uma certa forma, por guardar certas semelhanças, era chamado de trabalho "escravo". Porém, como mostrei, o trabalho de um israelita considerado "escravo" era regulado por direitos trabalhistas, e se ele era portador de direitos, logo, não era escravo, pois o escravo de fato não era portador de qualquer direitos enquanto pessoa humana; sendo dessa forma, o trabalho de um "escravo israelita" era completamente diferente do trabalho explorado, opressor, desumano, praticado por outros povos contemporâneos do Estado teocrático de Israel.
Quarto, mais uma diferença básica que podemos inferir que em Israel não havia o regime de escravidão como houve na história da humanidade. Em Êxodo 21:20 mostra que o senhor seria punido caso ferisse de morte o seu escravo: "Se alguém ferir seu escravo ou escrava com um pedaço de pau, e como resultado o escravo morrer, será punido". Mais ainda, nenhum israelita poderia vender para outros povos um outro israelita, pois era proibido qualquer espécie de tráfico de escravos(cf. Dt 24:7).
Enfim, penso que aqueles israelitas submetidos a esse tipo de trabalho eram chamados de "escravos" apenas porque naquela época era comum o sistema de escravidão humana, e, de uma certa forma, por guardar certas semelhanças, era chamado de trabalho "escravo". Porém, como mostrei, o trabalho de um israelita considerado "escravo" era regulado por direitos trabalhistas, e se ele era portador de direitos, logo, não era escravo, pois o escravo de fato não era portador de qualquer direitos enquanto pessoa humana; sendo dessa forma, o trabalho de um "escravo israelita" era completamente diferente do trabalho explorado, opressor, desumano, praticado por outros povos contemporâneos do Estado teocrático de Israel.
As leis que Deus outorgou a Israel trataram de remediar a questão do trabalho humano através de leis humanitárias, buscando fazer valer o ideal de justiça. O trabalho não deve ser encarado pelo cristão apenas como uma coisa má, pois faz parte da essência humana o trabalhar, o produzir, o criar, o fazer. Dessa forma, o trabalho é um dos meios pelo quais o ser humano pode se sentir realizado. Uma vida sem trabalho é uma vida tediosa. O apóstolo Paulo foi um exemplo de alguém que "em labor e fadiga" e "de dia e de noite" trabalhou para se auto-sustentar em meio às muitas viagens que fez, com o objetivo de propagar a mensagem do evangelho (cf. 2Ts 3:7,8). Assim é, pois Jesus diz: "Meu Pai continua trabalhando até agora, e eu também trabalho"(Jo 5:17). Portanto, enfatizando esse lado positivo do trabalho humano, disse Salomão que:
"Boa e bela coisa é o comer e beber e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho, com que se afadigou debaixo do sol, durante os poucos dias da vida que Deus lhe deu; porque esta é sua porção"(Eclesiastes 5:18).
O trabalho apesar se ser uma necessidade imperativa, não pode se constituir em uma finalidade em si mesmo; não devemos fazer do trabalho o objetivo maior de nossa existência, e desse modo, viver ansiosos, preocupados pela vida de amanhã, quanto o que haveis de comer ou beber, quanto o que haveis de vestir. A vida humana tem nela algo mais sublime(o voltar-se para adorar a Deus, o buscar o reino de Deus em primeiro lugar e a sua justiça) do que a mera preocupação com as coisas materiais dessa vida terrena. Jesus mostrou que, aqueles que foram salvos por ele e foram feitos filhos de Deus pela graça, devem confiar nos atos providenciais de Deus, neste Deus que não desampara os seus filhos ao dizer "...não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal"(Mt 5:34).
"Boa e bela coisa é o comer e beber e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho, com que se afadigou debaixo do sol, durante os poucos dias da vida que Deus lhe deu; porque esta é sua porção"(Eclesiastes 5:18).
O trabalho apesar se ser uma necessidade imperativa, não pode se constituir em uma finalidade em si mesmo; não devemos fazer do trabalho o objetivo maior de nossa existência, e desse modo, viver ansiosos, preocupados pela vida de amanhã, quanto o que haveis de comer ou beber, quanto o que haveis de vestir. A vida humana tem nela algo mais sublime(o voltar-se para adorar a Deus, o buscar o reino de Deus em primeiro lugar e a sua justiça) do que a mera preocupação com as coisas materiais dessa vida terrena. Jesus mostrou que, aqueles que foram salvos por ele e foram feitos filhos de Deus pela graça, devem confiar nos atos providenciais de Deus, neste Deus que não desampara os seus filhos ao dizer "...não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal"(Mt 5:34).
Para concluir, Jesus contou uma parábola em Lucas 16: 1-13 – a parábola do administrador infiel – para mostrar que devemos aplicar o nosso dinheiro, conseguido pelo nosso trabalho, em prol da pregação do evangelho e salvação daqueles que ainda não foram alcançados pela graça de Deus. Jesus contou que os ímpios muitas vezes aplicam sabiamente seus recursos financeiros em proveito próprio; gere seus negócios sabiamente – até por meios ilícitos – para proveito e satisfação de si próprio. E comparou essa atitude com as atitudes dos filhos de Deus, que devem saber investir realmente seu dinheiro adquirido pelo seu trabalho honesto no sentido de poder ganhar seus amigos para o reino celestial. Portanto Jesus conclui dizendo que esse dinheiro que nós recebemos através do nosso salário deve ser aplicado na salvação das almas humanas, sendo que a verdadeira recompensa – em vez da simples satisfação própria – virá quando estes nos receberem nas moradas eternas agradecidos por termos investido em coisas que realmente valeu à pena!
"E eu vos recomendo: das riquezas de origem iníqua fazei amigos; para que, quando aquelas vos faltarem, esses amigos vos recebam nos tabernáculos eternos"(Vs.9).
"E eu vos recomendo: das riquezas de origem iníqua fazei amigos; para que, quando aquelas vos faltarem, esses amigos vos recebam nos tabernáculos eternos"(Vs.9).
Marcos Paulo A. Morais
segunda-feira, 5 de março de 2012
THE TRUTH HURTS / A VERDADE DÓI
Sim, a verdade dói.
As recentes declarações do Sr. Walcke são mais do que verdadeiras. Parece que pelo menos um estrangeiro percebe o que de fato acontece no país da mentira e das mil maravilhas.
O governo está injuriado? Mas que vergonha!
Como brasileiro eu sim é que estou injuriado, injuriado não com as declarações do Sr. Walcke, mas com a corrupção e as mentiras infinitas do podre e corrupto governo que nos rege.
Alguns estão chamando este senhor de vagabundo, pena não se olharem no espelho, aí sim iriam ver quem são os verdadeiros vagabundos.
O Sr. Walcke está mais do que certo, este governo merece bem mais do um ''chute na bunda''.
Infelizmente preciso apenas admitir uma coisa, se os dirigentes da Fifa fossem realmente inteligentes, cancelariam a Copa de 2014 no Brasil imediatamente, pois aqui senhores, quem pagará a conta e já começa a pagar, são as pessoas simples e humildes, aquelas que desde agora estão sendo indenizadas com valores hipócritas para deixar suas casas e apartamentos que serão derrubados para dar lugar a estádios e estacionamentos.
Um país repleto de corruptos jamais deveria receber a oportunidade de sediar uma Copa do Mundo.
Siegmar
As recentes declarações do Sr. Walcke são mais do que verdadeiras. Parece que pelo menos um estrangeiro percebe o que de fato acontece no país da mentira e das mil maravilhas.
O governo está injuriado? Mas que vergonha!
Como brasileiro eu sim é que estou injuriado, injuriado não com as declarações do Sr. Walcke, mas com a corrupção e as mentiras infinitas do podre e corrupto governo que nos rege.
Alguns estão chamando este senhor de vagabundo, pena não se olharem no espelho, aí sim iriam ver quem são os verdadeiros vagabundos.
O Sr. Walcke está mais do que certo, este governo merece bem mais do um ''chute na bunda''.
Infelizmente preciso apenas admitir uma coisa, se os dirigentes da Fifa fossem realmente inteligentes, cancelariam a Copa de 2014 no Brasil imediatamente, pois aqui senhores, quem pagará a conta e já começa a pagar, são as pessoas simples e humildes, aquelas que desde agora estão sendo indenizadas com valores hipócritas para deixar suas casas e apartamentos que serão derrubados para dar lugar a estádios e estacionamentos.
Um país repleto de corruptos jamais deveria receber a oportunidade de sediar uma Copa do Mundo.
Siegmar
Marcadores:
governo,
Jérome Walcke,
verdades
RIO 2014 / DICAS E ALERTAS PARA TURISTAS
Hoje, ao ler a notícia que mais um bueiro explodiu no Rio de Janeiro e
ao ler sobre a indiferença das nossas autoridades para com os membros da FIFA,
fiquei pensando com meus botões que seria justo fazer uma pequena postagem
alertando os turistas que virão de todas as partes do mundo para assistir a
Copa de 2014.
Bom, primeiro a pergunta necessária: É seguro? Resposta: Eu não vou nem sair de casa, prefiro assistir
pela televisão, isso sim é mais seguro.
Em algumas cidades até deve ser seguro, creio que até lá, alguns
aeroportos devem finalmente ficar prontos segundo as normas e quem sabe, se as
passagens foram compradas com bastante antecedência, todos chegarão ao seu destino, depois de
passarem alguns dias esperando seus voos serem liberados.
Os estádios são seguros? Duvido, com tanto superfaturamento e alguns
ainda nem sendo construídos, creio que os que ficarem pronto correm sério risco de desabar. Não é apenas a pressa o motivo, mas duvido muito que segurança e
material de primeira linha entrem em jogo num país onde a corrupção e o desvio
de grana é o esporte preferido do governo.
Segurança existe? Sim, no Rio de janeiro principalmente, desde já o
exército está nas ruas para garantir que não ajam arrastões, nem que para isso,
ambos os lados precisem soltar algumas balas perdidas. Afinal, uma vez que a polícia
não mais consegue se impôr e deter o tráfico de drogas e os bandidos, só mesmo
o exército, não concordam?
E voltando ao começo, volto aos bueiros. Ah, os bueiros, estes explodem
a cada dia. E o descaso aumenta a cada dia. Realmente é importante manter
distância dos bueiros do Rio de janeiro. Á cada peido do governador explode um.
Assim, meu conselho principal aos turistas seria que eles olhassem bem onde
andam.
Bueiros explodem sem aviso prévio. Até 2014 o problema irá se agravar e a solução é apenas encontrada quando o número de vítimas excede o normal.
Isso é comum em nosso país, onde a corrupção é mais importante do que vidas humanas. O governo costuma chamar estes acontecimentos de "fatalidades."
Bom não esquecer o mosquito da dengue. Uma picada pode matar, não na
hora, mas fornecer uma morte lenta e dolorosa. A Dengue Hemorrágica não é nada
agradável. Mas quem sabe se até 2014 o governo pare de roubar e invista em
saúde e segurança? Afinal o atual governador é super amiguinho da “presidanta.”
Assim recomendo trazer bastante repelente e talvez alguns coletes á prova de
bala. O exército pode até proteger, mas, algumas balas perdidas também vem do
lado amigo, lembrem, “fatalidades” acontecem, isso segundo o governo. Sempre é bom se prevenir e lembrar que por aqui tudo é normal.
Assalto a turistas existe, mas em geral a morte é rápida e indolor.
Assim, ninguém precisa ficar com receios. Basta lembrar que, caso alguns não
voltem vivos para casa, voltarão confortavelmente de primeira classe dentro de
um caixão forrado de cetim, muito confortável, não concordam?
Assim, senhores turistas e passageiros,
BEM VINDOS A COPA DE 2014,
o
Brasil os espera de braços e covas abertas, tragam bastante grana pois os nossos cofres públicos já foram todos saqueados pelo maravilhoso governo brasileiro.
Só não posso garantir se o confortável caixão será pago pelo governo ou se a família da vítima será indenizada. Creio que sim, demora talvez uns 20 anos para receberem a indenização, mas serão sim indenizados.
Melhor garantir e já incluir uma urna funerária no seguro de vida.
Bom, estes foram os conselhos mais importantes, existem outras dicas, mas menos importantes.
Não esqueçam, quem avisa amigo é, e este velho amigo aqui, sabe do que esta falando e não costuma nem mentir muitos menos exagerar.
Boa diversão e até o nosso reencontro na eternidade.
Siegmar
domingo, 4 de março de 2012
LEMBRANDO UM AMIGO
Algumas pessoas deixam mais do que saudade. Deixam lembranças de pequenos momentos que para sempre ficam registrados em nossa memória.
Lincon, meu antigo vizinho, amigo e irmão, foi sem dúvida uma destas pessoas.
Nunca lhe agradeci pela amizade e confiança, pelos almoços e bate papos.
Hoje fico pensando como foi rápido a sua passagem pela minha vida, nossas vidas, a vida dos seus filhos André e Isa e de sua esposa Miriam.
Boas lembranças ficaram. Sua voz ainda ecoa em nossos pensamentos, seus sorrisos, seus roncos e também as suas lágrimas.
Lincon foi um bom pai, sei disso e André e Isa também o sabem.
Não sei ao certo se estou escrevendo certo o nome do velho amigo, mas sei que escrevo certo sobre a sua pessoa.
Lembro dos tempos bons, lembro dos espetinhos que ele fazia e todas as noites pareciam ter mais sentido, quando eu podia saborear uns cinco ou seis espetinhos.
Lembro de um agradável passeio para Morretes, lembro da Kombi descendo a Graciosa em minha frente, lembro das piadas e das reclamações do velho amigo.
Mas em especial, me lembro do pequeno pássaro de Lincon.
E foi ao encontrar a imagem ao lado, que lágrimas de saudade rolaram dos meus olhos.
No meu último encontro com Lincon, depois de um grande e saboroso almoço, nos sentamos em frente a casa e jogamos conversa fora.
Em determinado momento Lincon falou sobre seu pequeno pássaro que estava na gaiola sobre nós. Lincon amava a pequena criatura e estava em dúvida se seria correto manter a pequena criatura cativa eternamente na pequena gaiola.
Falei a ele que não, que talvez ele devesse realmente a soltar.
Lincon estava receoso que talvez ela não sobrevivesse mais fora da gaiola, que talvez não saberia mais procurar alimento por conta própria e coisas assim.
Lembro que falei para Lincon que talvez fosse assim, mas que a liberdade do pequeno ser era mais importante do que apenas sobreviver.
Se ele a soltasse, e ela pudesse voar cinco minutos e depois morrer, a vida teria valido a pena.
E logo em seguida Lincon resolveu abrir a gaiola e libertar a pequena amiga.
Ficamos sentados observando, mesmo com a gaiola aberta a pequena ave não saiu. Apenas no dia seguinte eu soube que ela havia escolhido a liberdade de voar e ser realmente livre.
Sei e lembro que Lincon chorou, mas seu gesto ficou, sua atitude ficou e o momento para sempre ficará guardado em minhas lembranças.
Lincon nunca será esquecido. Alguns meses depois desta pequena história, Lincon também repentinamente partiu.
O bom e grandioso Deus deve ter aberto a pequena gaiola de Lincon e dito para ele sair e voar ao Seu encontro.
Em algum lugar Lincon está agora junto com o seu pequeno pássaro e seu velho cachorrinho a quem ele chamava de Filhinho.
Sim, estou certo que Lincon esta neste lugar e lá, espera sem sentir mais o que nós chamamos de tempo, espera o reencontro com André, Isa e Miriam, e também espera pelo reencontro com os velhos amigos.
As lágrimas de lembrança sempre irão rolar, mas são boas lágrimas, mesmo quando trazem a saudade de tempos vividos e que não mais voltarão, não nesta existência, mas com a absoluta certeza voltarão na dimensão da existência de Deus.
Sempre vou imaginar você voando, sorrindo e roncando alto, e sempre serei grato ao bom Deus por ter colocado pessoas como Lincon e sua família em meu caminho.
Que Deus te guarde meu velho amigo, um dia nós os que te amamos e ficamos, também iremos sair da nossa gaiola e voaremos e nos reencontraremos.
Siegmar
Lincon, meu antigo vizinho, amigo e irmão, foi sem dúvida uma destas pessoas.
Nunca lhe agradeci pela amizade e confiança, pelos almoços e bate papos.
Hoje fico pensando como foi rápido a sua passagem pela minha vida, nossas vidas, a vida dos seus filhos André e Isa e de sua esposa Miriam.
Boas lembranças ficaram. Sua voz ainda ecoa em nossos pensamentos, seus sorrisos, seus roncos e também as suas lágrimas.
Lincon foi um bom pai, sei disso e André e Isa também o sabem.
Não sei ao certo se estou escrevendo certo o nome do velho amigo, mas sei que escrevo certo sobre a sua pessoa.
Lembro dos tempos bons, lembro dos espetinhos que ele fazia e todas as noites pareciam ter mais sentido, quando eu podia saborear uns cinco ou seis espetinhos.
Lembro de um agradável passeio para Morretes, lembro da Kombi descendo a Graciosa em minha frente, lembro das piadas e das reclamações do velho amigo.
Mas em especial, me lembro do pequeno pássaro de Lincon.
E foi ao encontrar a imagem ao lado, que lágrimas de saudade rolaram dos meus olhos.
No meu último encontro com Lincon, depois de um grande e saboroso almoço, nos sentamos em frente a casa e jogamos conversa fora.
Em determinado momento Lincon falou sobre seu pequeno pássaro que estava na gaiola sobre nós. Lincon amava a pequena criatura e estava em dúvida se seria correto manter a pequena criatura cativa eternamente na pequena gaiola.
Falei a ele que não, que talvez ele devesse realmente a soltar.
Lincon estava receoso que talvez ela não sobrevivesse mais fora da gaiola, que talvez não saberia mais procurar alimento por conta própria e coisas assim.
Lembro que falei para Lincon que talvez fosse assim, mas que a liberdade do pequeno ser era mais importante do que apenas sobreviver.
Se ele a soltasse, e ela pudesse voar cinco minutos e depois morrer, a vida teria valido a pena.
E logo em seguida Lincon resolveu abrir a gaiola e libertar a pequena amiga.
Ficamos sentados observando, mesmo com a gaiola aberta a pequena ave não saiu. Apenas no dia seguinte eu soube que ela havia escolhido a liberdade de voar e ser realmente livre.
Sei e lembro que Lincon chorou, mas seu gesto ficou, sua atitude ficou e o momento para sempre ficará guardado em minhas lembranças.
Lincon nunca será esquecido. Alguns meses depois desta pequena história, Lincon também repentinamente partiu.
O bom e grandioso Deus deve ter aberto a pequena gaiola de Lincon e dito para ele sair e voar ao Seu encontro.
Em algum lugar Lincon está agora junto com o seu pequeno pássaro e seu velho cachorrinho a quem ele chamava de Filhinho.
Sim, estou certo que Lincon esta neste lugar e lá, espera sem sentir mais o que nós chamamos de tempo, espera o reencontro com André, Isa e Miriam, e também espera pelo reencontro com os velhos amigos.
As lágrimas de lembrança sempre irão rolar, mas são boas lágrimas, mesmo quando trazem a saudade de tempos vividos e que não mais voltarão, não nesta existência, mas com a absoluta certeza voltarão na dimensão da existência de Deus.
Sempre vou imaginar você voando, sorrindo e roncando alto, e sempre serei grato ao bom Deus por ter colocado pessoas como Lincon e sua família em meu caminho.
Que Deus te guarde meu velho amigo, um dia nós os que te amamos e ficamos, também iremos sair da nossa gaiola e voaremos e nos reencontraremos.
Siegmar
sábado, 3 de março de 2012
PARA SEMPRE CHAVEZ
Edgar Vivar (Senhor Barriga), Ruben Aguirre (Professor Girafales), a esposa de Roberto Gómez Bolaños, Florinda Meza (Dona Florinda) e naturalmente, Roberto Gómez Bolaños, o eterno Chavez.
Estes são os remanecentes do velho grupo. Mas nunca serão esquecidos. Só posso agradecer por cada sorriso e cada momento de alegria que eles me proporcionaram e a tantas outras pessoas pelo mundo. Torço e rezo para que o velho Chavez se recupere em breve.
Chavez deixará para sempre uma lição de vida. Uma lição de que é possível sim, fazer sorrir com a ingênuidade, com a simplicidade e com decência, sem apelar para a ignôrancia e a imoralidade como acontece cada vez mais em nossos dias. O mundo precisaria de mais Chavez, nossas crianças precisam, nosso futuro precisa.
O menino pobre que viveu dentro de um barril nunca deverá ser esquecido. A pequena vila e seus moradores precisa renascer em nossa própria vizinhança. Nós podemos fazer isso acontecer, precisamos fazer isto acontecer, caso contrário nos tornaremos pessoas cada vez mais amargas e indiferentes.
Queria Deus guardar e abençoar Chavez e sua turma eternamente, que ele viva para sempre dentro de nosso coração.
Siegmar
Estes são os remanecentes do velho grupo. Mas nunca serão esquecidos. Só posso agradecer por cada sorriso e cada momento de alegria que eles me proporcionaram e a tantas outras pessoas pelo mundo. Torço e rezo para que o velho Chavez se recupere em breve.
Chavez deixará para sempre uma lição de vida. Uma lição de que é possível sim, fazer sorrir com a ingênuidade, com a simplicidade e com decência, sem apelar para a ignôrancia e a imoralidade como acontece cada vez mais em nossos dias. O mundo precisaria de mais Chavez, nossas crianças precisam, nosso futuro precisa.Queria Deus guardar e abençoar Chavez e sua turma eternamente, que ele viva para sempre dentro de nosso coração.
Siegmar
Marcadores:
chavez,
diversão,
lembranças,
respeito,
saudades
Assinar:
Postagens (Atom)




























