''DO NOT ABANDON YOUR BEST FRIEND''

O CÃO É O ÚNICO QUE NÃO SE IMPORTA SE VOCÊ É RICO OU POBRE, BONITO OU FEIO. O CÃO É O ÚNICO QUE REALMENTE SENTE A TUA AUSÊNCIA E SE ALEGRA DE VERDADE COM O TEU RETORNO, PORTANTO, JAMAIS ABANDONE SEU MELHOR AMIGO.



UM RAIO DE LUZ

''UMA ANTIGA LENDA DIZ QUE QUANDO UM SER HUMANO ACOLHE E PROTEGE UM CÃO ATÉ O DIA DE SUA MORTE, UM RAIO DE LUZ, QUE NÃO PODEMOS ENXERGAR DESTE PLANO DA EXISTÊNCIA, ILUMINA O CAMINHO DESTE SER PARA SEMPRE!''




domingo, 4 de setembro de 2011

ESPIANDO PELO BURACO DA FECHADURA / COLARINHOS SANGRENTOS


Imagens para refletir, e talvez,
obter algumas respostas a perguntas que não querem calar.
Porque existe tanta corrupção em nosso país?
Porque a impunidade tomou conta da nação?
Porque não temos mais justiça?
Quem são os colarinhos sangrentos?
Porque não existe uma verdadeira oposição no Brasil?
Cada um pode entender e interpretar como quiser as imagens. Não existe uma ordem cronológica nas fotos, apenas imagens que falam por si mesmo.

PAULO SANT’ANA | CYRO S. MARTINS Fº - INTERINO

· Os “colarinhos-sangrentos”

Existem “serial killers” e existem “mass murderers.”

Assassinos em série e assassinos de massa.

E existem os corruptos que roubam o dinheiro do Estado, chamados “colarinhos-brancos”.

Serial killers são horrendas deformações dessa obra magnífica que é a mente humana.

Quando descobertos, e presos, julgados, condenados, geralmente sabe-se a extensão de seus crimes, quantas pessoas mataram, como, onde.

Se tudo corre bem, encerram-se suas trajetórias macabras.

Ed Gein, Ted Bundy ou o Maníaco do Parque, Francisco Pereira, são exemplos.

Assassinos de massa são bombas psíquicas que explodem em raiva e loucura e massacram inocentes – como Anders Breivik, o norueguês fascista, ou os garotos de Columbine ou Charles Whitman, o atirador da torre de Austin.

Seus efeitos maléficos também são mensuráveis e limitados.

A terceira categoria, os “colarinhos-brancos” são uma espécie de cônjuge infiel desta cônjuge complacente que é a sociedade.

Essa terceira categoria criminosa arma trampolinagens, falcatruas, mutretas, golpes. Frauda, burla, desvia, suborna e é subornada. Tudo com dinheiro público.

Quando exposta, os nomes que nela se encaixam borram capas de jornais e sujam horários nobres de rádio e televisão durante certo tempo.

Depois, brandamente, os mesmos nomes vão se reintegrando à vida nacional. Seus “feitos” vão sendo esquecidos.

Nem buscam a sombra: voltam à vida nacional pública, alguns são mesmo eleitos ou reeleitos, outros integram ou orbitam órgãos oficiais.

Voltam com ar desafiador ou ar comovente (ou ambos) de injustiçados.

Põem a culpa na imprensa e pedem controle sobre ela.

E a sociedade, cônjuge complacente, perdoa e aceita.

Os “colarinhos-brancos” deveriam ser chamados de “colarinhos-sangrentos”.

O que fazem, sem sujar – literalmente, claro – as mãos, resulta nas mortes de dezenas, centenas, milhares, ou dezenas ou centenas ou milhares de milhares de brasileiros.

São mais que serial killers e mass murderers.

São genocidas.

Cada centavo que roubam dentro da estrutura do Estado vai resultar na falta do remédio que dona Fulana esperará e não receberá, lá na ponta, na fila do atendimento público, a tempo de salvar sua vida.

Vai resultar na falta de leito ou de médico para o pequeno Fulaninho ser operado ou tratado ou diagnosticado em tempo de salvar sua vida lá na ponta da fila da cidadezinha cujo nome não interessa aos “colarinhos-sangrentos”.

Somados a outros muitos centavos roubados, vão resultar nas estradas maltrapilhas que promovem chacinas atrás de chacinas, vão resultar na falta de professores ou de merenda ou de condições de estudo para milhões de pequenos brasileiros que deixarão de ir à escola para irem às ruas, viver rapidamente e morrer jovens.

Pausa.

Respire.

Como muito do dinheiro público não chega aonde deve chegar, o governo resolve “estudar” um novo imposto para a saúde.

Colocar mais de nosso dinheiro à disposição dessas armas de extermínio que são os “colarinhos-sangrentos”.

Reforço na ração dos chacais, que, por não matarem com as próprias mãos, acham que seus colarinhos são branquinhos e cheirosos.

Não são. Não esqueça.

São sangrentos. São imundos

( FONTE - CYRO S. MARTINS Fº - ZERO HORA)

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