
Um em junho outro em novembro,
mas ambos deixarão marcas
e lembranças.
São visitantes passageiros,
acordarão os adormecidos,
mesmo assim, serão ignorados
e esquecidos.
Poucos os irão ver,
mas muitos os irão depois sentir,
poucos irão acreditar,
e muitos vão duvidar.
Muitas explicações "falsas" serão dadas,
e muitos vão se dar por satisfeitos,
os poucos que perceberem,
serão os perseguidos.
Eles trarão um alerta,
um sinal de aviso,
precipitam o final
que temos por escolhido.
Um é pequeno, o outro é gigante,
mantém um curso, mesmo distantes.
Mas atraem e forçam
o que nunca pudemos controlar.

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